Casulo pelas asas para voar

Certo dia uma personagem pertencente ao meu passado, possuonte de ares de destresa mediúnica me disse, "se você continuar nesse caminho, tudo indica que a ruína lhe aguarda, não apenas a ruína financeixeira, mas também a ruína emocional". Ela me disse com toda a clareza, e provável que você se torne uma pessoa cada vez mais fechada a vida, rancorosa, amargurada, sozinha, angustiada e depremida. Bingo. Ela acertou. 
Mesmo eu tendo comigo, ao meu lado uma pessoa que me ame, e que eu também ame, ainda assim a vida passou a se resumir com todos os parâmetros que minha velha e ex amiga citou, quase que como uma maldição.

 De ano a ano venho andando de costas, perdendo, e o pouco que conquisto, se perde, qualquer coisa que eu comece, não termino, independente do motivo, jamais termino, antes mesmo de pensar em desistir, ou desistir em si, ja se tratava de um projeto falido, bem como uma maldição.
Em 2017 recebi um diagnóstico de transtorno bipolar afetivo, em fim, para os "da saúde mental",eu precisava de um rótulo para basear um tratamento continuo, mas, as oscilações sempre foram minha marca registrada. Não costumo ter os períodos de euforia, necessários para ser realmente digno de um diagnóstico de bipolar afetivo não especificado, pois, a depressão profunda sempre foi minha marca registrada apósa a sequência dos  grandes cataclismas.
Mas, como ando de mãos dadas à Eutanásia, a qual trato com toda a seriedade e quase como uma salvadora da minha própria pátria, acabo que ela me liga ao laudo psiquiátrico referido. Tentaram borderline, pois tive uma época de auto inflingimento, porém, após alguns antipsicóticos e estabilizadores de humor, mais umas 1600 miligramas de lítio diarios, esse sintoma passou, dando solidez ao diagnóstico que as vezes julgo torto, porem como minha dependência da Eutanásia e real, nem sempre sustento estresse pós traumático persistente.
Eu até consigo seguir uma linha reta, até os demais infelizes do passado voltarem com a tormenta e dispararem novos gatilhos e novamente me desestabilizar. Decidi a dois anos, pagar mais uma vez um preço impagável, e sumir,
 desaparecer, não deixar rastros, e seguir uma jornada em busca da maior riqueza que os conscientes podem idealizar, parrimemmnisca de duas coisas, a paz, e um novo propósito para a vida. Rodei o suficiente para uma volta ao mundo, e quando os recursos acabaram, precisei pousar, e como numa roleta russa, aceitar meu destino.
 Porém, os vilões do meu passado que distorcem a verdade,acabam por me influenciar mesmo a milhares de quilômetros de distância, me desestabilisando apartir de poucos pontos vitais que restaram. E sempre que isso acontece, sim, eles me atingem, me fazem reviver toda aquela loucura deliberada que me inflingirsm, e busco refúgio dentro do meu próprio casulo, me isolo, afasto de mim qualquer coisa que possa me ligar a eles em busca de apenas uma coisa, não sentir a dor que osnatos deliberados deles me causa. Eu tenho planos, mas só para quando minhas asas menforem devolvidas, e todo esse sofrimento já de terminar pela raiz. Eu tenho paciência, eu tenho sustento, tenho refúgio, tenho amor, o demais, já me acostumei a praticamente não ter, desde que me tiraram as coisas mais importantes da minha vida.
As vezes, pego na mão esquerda da Eutanásia, só para saber que ela está ali, do meu lado, pronta para tirar por vez toda essa dor que fez estagnar, regredir, e me tomou a coragem de refazer escolhas. Logo, as dores voltam a se tornar suportáveis. 
Precisei aprender a confiar novamente, ao menos em algumas raras pessoas como as que sei estarem por mim, mas também aprendi a jamais voltar a confiar em pessoas que deviam.estar ao meu lado, mas escolheram a dualidade, e em ocorrências assim, servir a dois deuses, ou servir a um, fingindo servir a outro, torna tais pessoas malfeitores deliberados, indignos de confiança e qualquer consideração. E, é justamente delas que resolvi partir, para delas me afastar, pois, se, não sabem de mim, fica mais difícil me atingir, essa seria a lógica ao menos, mas, elas sempre se superam.
Eu travo uma guerra a onde anos, uma guerra contra gente na, pessoas falsas, imfanticidas, cúmplices, acobertados, os quais todos ligados a morte do meu filho, e ao afastamento violento entre mim e minha filha. Mataram duas crianças, uma literal e outra simbolicamente. Foi a maneira que encontrei de lidar com tamanha perda. Me tornaram o monstro que eles não verdade são, diante da inocência daquela que precisou morrer simbolicamente para que eu pudesse tentar seguir em frente. Mas, minha mente adoeceu, meu corpo adoeceu, mimha alma adoeceu, e a eutanásia teve seu espaço para estar presente em todos os dias da minha cida. Ainda assim, eu não cedi.
Ouvi e avaliei todo tipo de "coisas" relacionadas a auto ajuda, mas no fim, sou um estóico por natureza. Forjado pela própria vida, e dentro das minhas possibilidades sigo, apenas sigo, mesmo que as vezes eu precise ficar por longos momentos apenas aguardando uma nova oportunidade. De qualquer forma, já estou rumo a uma, mas está um pouco a frente na linha do tempo, e resistir, agora e preciso. Há ainda o patrimônio, que , cedo ou tarde será fluidificado e minhas asas renascerão. Ou seja, há expectativas sólidas para algum momento a frente, só preciso me manter vivo até eles chegarem e então, buscar o equilíbrio não materializado até antão. Com tudo que me fizeram me passar, minha consciência foi muito aprimorada, tão aprimorada que hoje sei bem como lidar com ela, diferente de pessoas que simplesmente não a tem.
 
Cansei de apresentar laudos a quem fingiu se importar , mas ao dar as costas, me chamava de vadio, vagabundo. 
Trabalhei num hotel de propriedade de uma família nazista, usava clorpromazina, diasepan, 1200 mlg de lítio. Usava antiinflamatório diário por conta das muitas dores, diasepan, e antidepressivos. E fui chamado de vadio por nazistas que se negavam a considerar minha lentidão esporádica por conta dos medicamentos. Me chingavam por eu não fazer trabalhos que exigiam ferramentas que eles não tinham, e eu precisava trazer as minhas, de casa, para tais trabalhos. O que mais tem na terra de onde venho, e nazista, gente taxista, mentirosa, e bastardos como eu cuja pais se recusam a baixar a crista e falar a verdade. 
Trabalhava com epicondilite medial e lateral bilateral, síndrome tô túnel do carpo bilateral, síndrome do túnel cunita bilateral. Tenho laudo de fibromialgia por consequência psicológica, e ainda sequelas de um entorse grave de tornozelo com ruptura de ligamentos. E ainda assim, me chamavam de vadio, por ser lento nos trsbalhos perante a expectativa nazista dos donos daquele hotel.
Por fim, depois da morte do patriarca, me demitiram. 
Não tive só patrões ruins, o último deles foi o melhor em 49 anos de trabalha diversos. Mas, agora, não tenho expectativa alguma pr patrões, nem por trabalhos justos ou equilibrados, visto que, a região que estou, e de extrema exploratividade humana.
o humanismo já é algo soberbo, distorcido, e hipócrita na humanidade em sua maioria. 
Não dá para esperar menos do que isso das pessoas que, na maioria conhecemos ou desconhecemos. Não há de se esperar humildade, compreensão e humanidade de quem já nasceu em meio a competitividade disseminada desde berço. E reina a Hipocrisia.


 

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