a verdade sobre a morte do Gustavo...

     
Naquela véspera, nós havíamos brigado, pois, frustrei os planos dela de ir ao sweeng naquela noite por não disponibilizar dinheiro suficiente. Ela já hávia combinado com seus "amigos" favoritos a ida ao lugar, onde, íamos com certa frequência, visto que, lá , era um loca onde ela podia ser quem realmente era. 
Eu odiava, ver ela sendo feliz em braços de e com outros homens, sem nome, sem histórias, sem vínculos nem doutrinas, dogmas ou conseitos. Simplesmente era ela, sendo ela, desfrutando de sua natureza, obtendo prazeres deliberados sem nenhum pudor, culpa ou consideração às doutrinas que demonstrava seguir, a olhos de quem não a conhecia. 

Ela, já estava viciada, dependente daquele lugar, sexo é um prazer de muita dopamina que vicia, e viciou naquele comportamento, que, visava  apenas sentir intensamente àquilo que eu não conseguia dar de tal maneira, e, em infinitos braços e abraços ela se perdia, e gemia, e sorria, e bebia, se entorpecendo daquelas sensações, obtendo saciação, à mais pura realização.
 Sabia ela que daquele modo me atingia, e que me submeteria a suas vontades, e me falaria o que fazer como sempre fez. Acumulamos dividas, pois àquilo se tornara um vício além do que poderíamos viver com a frequência que ela desejava viver.  Aliás, ela vivia, eu apenas promovida, no intuito de vê-la feliz. Aquilo me abalava, rasgava as últimas linhas da minha dignidade, da minha masculinidade, e cada vez mais me afundava em sentimentos depressivos, auto destrutivos, pois era desumano viver aquilo, e aceitar a vida de mentiras fora daquele lugar, pois, lá, na vida real, onde ela acontecia de verdade, a fantasia de beata, vítima, incompreendida, seguidora de doutrinas e dofmas estúpidos, era quem prevalecia, e com essa fantasia, se engrandecia perante às pessoas que usava em seus caprichos, fazendo as crer que eram importantes para si.
Foram muitas noites, muitas delas com retorno de um corpo vaziu, sem alma, apenas saciado pelo sexo deliberado, sem limite, sem responsabilidade ou qualquer compromisso, entorpecida por álcool de agave, e pelo cheiro e marcas de outros homens. A mim, restava ver, e mesmo não aceitando, não estava disposto a pagar o preço de perder meus filhos caso não concordasse. 

Desequilibrada, omissa a seus medicamentos e tratamento sugerido, apenas dopamina perante seu instintos, inconscientemente cobrando de mim, dividas vinculadas a uma masculinidade que a feriu na alma durante os anos de sua infância. Essa dívida não era minha, mas vinculou a mim, e paguei cada centavo com cada suspiro vindo da essenciais da minha própria vida. 
No fim, sim, ela deu o golpe de misericórdia, em um oceano de imprudência, acabou tirando o fôlego da vida de seu próprio filho, e covardemente mentiu, omitiu, manipulou a verdade com a habilidade nata adquirida nas quatro paredes da congregação, e aprimorada pelos princípios da doutrina que a corrompida, a ensinando ser ainda mais astuta. 
Apenas fingiu, algo comum a alguém como ela, e convenceu a todos, mesmo as possibilidades sendo postas a realidade. E assim permaneceu a verdade manipulada, ocultada, oferecida e aceita a esse mundo de pessoas que visam vitimar sem ter compromisso algum com a verdade e realidade. 
Na hora, aceitei mesmo sem entender, mas quando discernir a verdade, do que realmente acontecera, não consegui mais conviver com minha culpa, pois acolhi e dei afagos a quem ceifou, além da vida de um inocente, a felicidade de todos que o amava, e tornou rasa a verdade, em seu mundo de conveniências próprias. Ainda pior, teve apoio de todos os representantes de sua doutrina "sagrada", que sabiam da verdade por confissão, e ainda assim a orientaram a manter o ato, a realidade insana que por fim prevaleceu.
 Onde tornou criminosos os que realmente a amaram, e realmente se importavam por ela. Destruiu as vidas de muitos a sua volta, por mera inconsciência sobre o que fazia, ou por que fazia. 
Por fim, dando seu golpe de misericórdia, em tudo aquilo que deveria ser imortal, inabalável, conseguiu edificar suas mentiras aos olhos de quem não a conhecia , com ferramentas lhe dadas pelos que, deviam zelar pela verdade, orientada por outros, que representam lucros e poder doutrinário, representados por uma torre que de lá, tudo se vê, dando o devido tempo para reagir, decidir como resolver, sem afetar com a sujeira, seus muros de sangue, de vítimas de suas mentiras e atos indignos e inglórios.
No dia seguinte, 
As crianças, como sempre eram atacadas com palavrões, maltratadas por palavras de ódio, e intimidadas pela proibição de sair comigo, e com a avó, tão amada pelos dois, além de serem submetidas a discuções desnecessárias e impróprias às idades deles, e totalmente incabíveis. 
A meretriz,  estava descontrolada, agressiva, via-se apenas ódio saindo de seus olhos. Ela disse naquele dia que me tirara tudo, que me deixaria na rua, sem nada. A única coisa que fiz, ao longo de todos esses anos de casados, foi não aceitar mais a religião dela depois dela ter tido um caso com o Ricardo, e ter engravidado da Sofia. 
Lidar com essa realidade, saber que eu não era o pai biológico, e aceitar, foi muito difícil. Depois disso, nunca mais aceitei aquela seita maldita, na qual ela se escondia para apresentar a sociedade uma falsa imagem de si mesma. 
Esse foi o ponto critico. O inicio de tudo, abordar o assunto, e ouvi-la negar vendo a mentira escancarada  em seus olhos. Não aceirar essa dualidade foi a única coisa que fiz, para que ela me odiasse tanto, e passasse a cobrar de mim as dividas emocionais que não eram minhas.
 Ela passou a sabotar o casamento de todas as formas, ao mesmo tempo que eu tentava salvá-lo. As crianças...apesar de tudo, passaram a ser minha maior riqueza, o motivo da continuidade da minha vida, a força para superação diária de tanta desavença. 
Naquele dia, 14 de setembro de 2014, o Guga, manhoso como sempre, não quis dormir comigo, eu adormeci, estava cansado de seis dias de 16 horas de trabalhos cada. Ele fez manha, chorou, esperneou. Queria dormir nos braços da mãe, mas não entendia que a mãe estava muito alterada, fora de sua razão, com intuito vingativo e atos agressivos instintivos. 
So fiquei sabendo a verdade sobre o que realmente houve, em final de julho de 2015. Ela me contou que precisava me falar a verdade, pois seus comparsas daquela seita a orientaram a fazê-lo. Queria que eu a entendesse, e aceitasse o que ela havia feito, e me calasse, mantivesse segredo, e voltasse a frequentar aquela seita afim superar tamanha desgraça com ajuda daquela aberração, fruto da criatividade bizarra humana, denominada jeová. Eu não podia acreditar em tamanha frieza, desde o que ela havia feito de forma covarde e cruel com o Guga, e pelo modo sarcástico que tentava barganhar, não me denunciando na lei maria da penha, por coisas que eu não fiz, caso eu aceitasse.  Naquele momento, imediatamente me posicionei e não aceitei.
 Disse que a denunciaria para a policia. Ela disse que acabaria com a minha vida, pois tinha o apoio das pessoas da seita dela, além de toda a família dela, que sabiam a verdade, mas a entendiam, e a protegeriam.
 E assim como disse, realmente o fez. Na manha seguinte, ela desapareceu com a Sofia. Por meios de publicações em redes socias, descobri que estava na praia, escondida e ao mesmo tempo tirando férias com a grande companheira de orgias.

 Ruminei áqua situação por quase duas semanas, pois queria levá-la a delegacia e fazê-la confessar diante da policia. Mas ela se antecipou, e fui avisado por um Membro da seita dela, que fingia  não concorda a com o rumo das coisas, e passei a transferir alguns moveis da casa alugada para a nossa casa no centro, a qual, ela havia alugado sem meu consentimento, pego valores expressivos adiantados, e ja havia planejado toda a logística de fuga para londrina. 
Quando ela chegou, percebeu que eu havia descoberto, e que a denunciaria pelo crime de infanticídio, ela acionou a lei Maria da penha como havia me ameaçado, a lei mais tosca já criada por um governo composto por palhaços e analfabetos, baseada em mentiras, falsas denúncias e falsas acusações, onde desde o berço, já se mostrava uma lei corrupta, que empodera à seres perversos com interesses proprios. Ela usou a lei Maria da penha para ganhar tempo e jogar a atenção para mim, afim de iniciar sua fuga e manobras evasivas usando de vitimismo e a colaboração dos Membros de sua seita. Fora as Ameaças de morte por parte do pai dela, e intimidações por membros desse seita, que não queriam de modo algum que isso viesse a tona, denigrir a falsa imagem de povo de um deus que eles mesmos inventaram e impõe a quem julgam ser pessoas condenadas a morte, para limpar um mundo que pertencerá somente a eles. 
 E como havia me dito, saiu impune, como vitima, como a mulher maltratada e oprimida pelo marido. E o pior. Todos acreditaram como verdade, as mais absurdas mentiras.
Mas em fim. Como que o Guga veio a falecer?. 
Pois bem. Palavras ditas da boca de uma mãe, infanticídia, ouvidas pelamsofiamcom 6 anos,e que atualmente esta impune, e é vista como uma vitima de opressão e maus tratos do ex marido. 
Naquela noite ela havia chegado as 3 da manhã, com o Cabelo molhado, maquiagem lavada, do último dia da expobento, onde ela trabalhou o mês todo como atendente para um patrão a conhecido por dar valores expressivos as suas atendentes para deltarem-se com ele.
Estava claramente alcoolizada, e então criou coragem para falar. 
 
- O Guga estava cansado, manhoso, queria mamar e eu nao queria ele ali e muito menos amamentar
. Mandei ele la pra cima, para ficar com vocês, mas ele começou a chorar, gritar e fazer escândalo. Eu dei uns tapas nele e ele começou a espernear, sapatear, e gritar ainda mais. Ele queria peito e eu não queria não dar, pois no sweeng, era constrangedor lactar na boca dos outros. Foi ai que num ato de ira e descontrole, enfiei a cabeça dele no balde com água de limpeza, que estava cheio de hipoclorito de sódio. Se quer chorar, então que tenha um motivo. Foi muito rápido, porem, quando tirei a cara dele da água, ele não estava mais respirando. Era pra ser só uma lição, um susto. Eu dei uns tapas na cara dele pra ver se ele reagia, mas ele nao reagiu, e começou a ficar roxo. Eu entrei em desespero. Não sabia o que fazer. Não podia te chamar por que tu ia me matar. Então levei ele pra cima e joguei ele na piscina. Eu não sabia fazer procedimentos de ressuscitação. Senão teria feito. Não fiz por mal, nem por querer que ele morresse, mas se tivesse te chamado, eu sei que iria perder tudo e seria afastada da Sofia também. Estava descontrolada e fora de mim. Mas preciso que me perdoe, que me entenda. E que venha comigo para o salão, pois jeová sabe que não fiz por mal, e só ele pode me julgar, é a única esperança que tenho pelo que fiz com meu próprio filho,  acreditar no reino dele, na promessa dele de um paraíso aqui na terra, e la, num futuro que sei que esta próximo, o Guga será ressuscitado e ira voltar pra nós, assim como Jesus prometeu em sua passagem pela terra. Você precisa entender. Não fiz por maldade. Eu estava muito mal. Não me denuncie. Se for pra polícia serei obrigada a ir também, e te denunciar na lei Maria da penha. Eles irão acreditar em mim, uma pobre mãe oprimida que perdeu o filhinho. Tu sabe bem que sei convencer as pessoas, e todo mundo acredita em mim, todo mundo já te vê como um vagabundo, que me traí com outras mulheres enquanto eu fico em casa só trabalhando. Em quem tu achas que as pessoas, a policia ira acreditar? E outra, tu sabe que meu pai vai me apoiar, e sabe como ele é ,e o que ele faz e sua morte pelas mãos dele é inevitavel. Tu pode esperar que ele vem, e vai te matar como já havia te prometido. Então, faz o que e certo. Coloca uma pedra sobre essa historia, vamos pro salão e seguir nossa vida, mostrar as pessoas o que elas querem ver, como sempre fizemos.

Nao aceitei, sequer conseguia acreditar naquilo que ela havia me dito. Mesmo tendo certeza absoluta que não havia sido um acidente, visto que o Guga sabia nadar muito bem, não esperava nada sequer parecido com o que ela me contava. O comportamento dela nas semanas e meses seguintes não condiziam com luto, culpa ou arrependimento. E ela fazia de tudo para fugir disso, tentando me levar a crer na inocência dela. Jamais cometi qualquer ato de agressão física ou psicológica contra ela, fora o fato de contestar a paternidade da Sofia quando ela engravidou durante um periodonlonhnde abstinência sexual entre nós. E depois dela ter tido um caso com o Ricardo, ter engravidado dele, e ainda assim assumi a Sofia, e aceitei e amei a Sofia como minha, e prometi nunca mais falar sobre isso. Nem depois da morte do Guga eu a tratei mal, com violência, arrogância ou estupidez, mesmo tendo certeza da culpa dela na morte dele. Me dedicava em consolá-la, mesmo dividido entre a certeza que meus instintos anunciavam. 

No dia seguinte, liguei para o pai dela, contei resumidamente a ele o que ela havia me dito. Ele deixou claro que se eu fosse a polícia, se eu a denunciasse, ou falasse isso a mais alguém, ele viria de moto lá de Cambé, me mataria e voltaria pra lá, pois ele conhecia todas as rotas sem monitoramento e pedágios. Sim. eu fiquei temente pela minha vida, pois já sabia do histórico dele, de vários crimes que cometeu e sequer foi descoberto em nenhum deles. Nem mesmo a Ana que era na época a pessoa mais confiável, ou à minha mãe eu pude falar, pois sei que isso iria repercutir e cair no ouvido de algum deles. Até meu próprio irmão a apoiava e falava com ela diariamente dando informações sobre tudo o que acontecia aqui. Depois descobri que os dois também mantinham um caso amoroso a tempos.  Fiz minha escolha em me calar, mas não aceitei a situação. Foi onde depois de uma troca de poucas palavras onde declarei que nosso casamento havia acabado, por volta das 7 horas da manhã ela sai de casa com uma mala, com a Sofia, embarcou no carro da Talita e sumiu. Duas semanas depois descobri que estavam na praia gastando o que não tínhamos, pois havíamos assumido dividas expressivas, contando com o dinheiro da locação da casa. todas as nossas contas estavam vencidas, so o parcelamento do término da casa era de mais de sessenta e dois mil reais, mai todas as despesas básicas de moradia. Devido a esse fato, eu já havia decidido voltar para a casa do centro para ao menos acabar com a despesa do aluguel da casa do Vale Verde, mas foi decisivo quando a Rosanha me falou que a Danielle já havia locado a casa para a Talita sem eu saber. Segundo a mãe da Talita, a casa seria convertida a um centro médico com consultórios, e porão seria transformado em uma academia, onde seu primo e sócio na locação iria atender individualmente  seus clientes. O mesmo era formado em fisioterapia, já a Talita, em fonoaudiologia. Eles teriam adiantado o equivalente a três meses de aluguel para Danielle, (que na época correspondia a R$1800,00 reais por mês, que correspondia na época a R$5,400,00), a qual fugiria para a cidade de Cambé assim que voltasse da praia. Pude me anteceder e entrar na casa antes da Talita. Danielle teria que devolver o dinheiro a ela, e isso a deixou com ainda mais raiva, explicando todas as atitudes tomadas por ambas naquela semana, além da situação onde ela havia me contado com detalhes a verdade sobre a morte do Gustavo. Sua amiga Talita sempre soube a verdade, e foi influente para que ela me contasse a verdade, porém, deixou claro tempos depois que jamais confirmaria coisa alguma a meu favor. Não havia mais o que fazer. Fiquei com dívidas impagáveis que até hoje me arrasto e passo necessidade para pagar. Tudo que trabalhei ao longo dos últimos anos, foi para pagamento de pensão alimentícia e dívidas. Com ajuda da minha mãe, com ajuda de duas pessoas que fizeram parte da minha vida depois disso, na tentativa de recomeçar a vida, venho pagando essas dívidas da maneira que posso. Os dois relacionamentos que tive fracassaram por conta dessas dívidas, por conta dessa história de vida pesada que inevitavelmente me influencia negativamente. Me tornei ainda mais depressivo, precisei de ajuda, de acompanhamento psiquiátrico e psicológico os quais mantenho até os dias de hoje. Faço uso de medicamentos pesados, em doses altas para suportar tantas dificuldades. Tive o apoio emocional e financeiro apenas da minha mãe, que depois descubro que também já sabia antes de mim sobre a verdade da morte do Fustavo. Tive apoio emocional de uns poucos familiares que não se afastaram. A maior parte deles ainda apoia Danielle por se recusarem a ver a realidade, ou se vincular em a causa pelo crime. Creio que levarei  anos para quitar as dívidas que ela me deixou, algumas são impagáveis, mas há as dívidas que pautam nossa honra, e essas, me esforçarei e  pagarei cada centavo.
Depois dela ter fugido, descubro que meu irmão passava todas as informações a meu respeito pra ela e alienavam Sofia com mentiras.
Precisei contratar um advogado e escolhi um de fora da cidade, ele me orientou a mudar meu depoimento na delegacia, reabrir o processo da morte do guga, pois, se esperava que o delegado fizesse seu trabalho e investigasse, fechando o círculo fácil de ser fechado, e trazendo a verdade a tona. O delegado da época me chamou de ressentido. Não chamou ninguém, não ouviu ninguém. Fui a promotoria, a qual mandou reabrir o caso, e, novamente, nada fizeram. A velha justiça provavelmente corrupta  vendida a pouco valor. Meu advogado da época me orientou a na falar toda a verdade, pois corria um sério risco dela me acusar de ter matado o Guga jundo dela, e nesse caso, nós dois seríamos acusados. Mas o delegado não sobrou um único dos seus dedos pela causa 

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