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Mostrando postagens de 2024

dez, onze, doze...

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dez, onze, doze anos atrás. Para alguns, apenas fingir, usar o favorecimento duvidoso em benefício próprio. Atuar, exercer com maestria a arte do cinismo e da astúcia. Habilidades aprendidas em organizações tão duvidosas quanto às indoles da maioria dos que as adentra e nelas permanece. para outros, algo insuperável, algo imperdoável. E, para quem mais perdeu, uma vida presa a impunidade, e outra roubada em prol do sustento de uma vingança pessoal. Há quem minta até o último dia de sua vida, alegando que, ninguém é digno de julgar o erro alheio. Não se importando com todas as vidas que roubou, ou influenciou de modo destrutivo. Infelizmente, tempo e vida são coisas que não se podem recuperar. São os bens mais valiosos que possuímos. Porém, os maiores criminosos da história, sempre se escondem e ideologias baratas, aliando se por mera conveniência, em organizações tão esxentricas e desleixadas com valores mínimos humanos, como a mera moral, e a honestidade. Organização que acolhe, escon...

hoje, 10 anos que a Sofia aprendeu o primeiro exemplo de equilíbrio. o primeiro dia sem rodinhas em sua bicicleta.

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Tempos dificeis, tempestuosos, onde precisávamos nos adaptar dia após dia aos novos desafios do cotidiano. O Guga Já não estava mais com a gente. A dor era intensa. Mas o que sobrara, compensava minimamente a perda.  Logo após, mudanças drásticas ocorreram.tuso mudo. Para ocultar um dos lados da grande história da vida real, o direito mútuo de convivência entre painel filha foi desrespeitado. Até hoje recebo mensagens de números estranhos, com mensagens me alertando para ficar longe da Sofia.  Não sei se algum dia ela conseguira se descincular do emaranhado de mentiras que tornaram sua vida, e buscar por autonomia a verdade, ou alguma forma de compensar onquenlhe tiraram.  Sempre é mais fácil porna culpa em quem não está ali para se defender.  Sempre e mais fácil manipular. Alienar. Violar a saúde mental de uma criança, em prol de vinganças pessoais, ou de uma causa pessoal maior, nesse caso, a ocultação da verdade sobre a morte do Guga.  Conspirem, ...

Uma breve atualização situacional

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Depois algumas meras andanças por aí, em busca de um propósito real, Vou ter que dar um tempo por aqui, visto que preciso de dinheiro...hehe. subsistência básica. Na verdade eu nem sei o que vou fazer, visto que, de um modo geral, Continuo meio perdido.  Aquela questão de perder o rumo.  estou temporariamente estagnado, limitado, visto que,  Vim para cá arriscando tudo por algo maior. Que não deu cert, não aconteceu.  Vamos ficar por cá por algum tempo, pousado, porém, a observar novas oportunidades, novas possibilidades.  Já não tenho idade para tanta aventura segundo os olhares atentos alheios, porém, não vejo dessa forma.  Acho que eu devia ter me dado a oportunidade de obter essas experiências de vida a o no mínimo uns 25 a os atrás, e ter evitado assim, uma qua tidade absurda de sofrimento pessoal obtido por consequência de escolhas inconscientes e influência alheia. Hoje percebo o quanto somos propícios a sermos influenciados, seja pelo me...

posição social e o dono do cofrinho maior

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E incrível o modo com que a s pessoas não são capazes de perceberem seus lugares na cadeia social. Há sim, pessoas culturalmente preparadas, e entendem O funcionamento do contexto social, já, outros, seguem as ondas sociais, fazendo uso de seu direito pessoal de meramente sonhar, existir, e pertencer a exterotipos siciais, cuja interesses sejam paralelos aos meus. .  Não sendo possível compreender a situação social, ou sócio cultural pessoal, a pessoa será simplesmente incapaz de lidar com a realidade nada confortante, visto, que, auto mentiras, e pseudo auto compreensão, e pseudo auto situação, são mais confortáveis e mais fácil de administrar.  Seguir a vida simples e sem propósito, em constante auto sabotamento, e perpetuamente arrastando consigo todos a sua volta, indiferente de terem ou não pontos de vista diferenciados sobre determinada ocasião ou situação, seria um comportamento padrão humano aceitável?  Basta olhar ao próprio entorno. Se a realidade es...

a sociedade repugnante e sua subcultura sob a máscara coletiva

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E simplesmente incrível o modo com que pessoas são facilmente induzidas por manipuladores habilidosos, treinados, e adentrados aciduamente em doutrinas alienadoras. Não o bastasse, conseguem manter em sua plenitude, a velha hipocrisias, percebida apenas por aqueles, cuja reputação passa a ser habilmente denegrida, para que verdades,jamais venham a tona, e, caso venha, que seja deacredibilizada, visto que outras técnicas intimidadoras não foram suficientes.  Incrível o modo hábil de atuação em benefício próprio. O modo ambíguo de levar a vida, jamais se permitindo ser simplesmente autêntico, visto que, isso seria inaceitável pera qualquer organização criminosa, financeira, alienados, doutrinadora, ou mesmo social. Visto o perfil psicológico duvidoso, perverso, maquiavélico, astuto, e narcisista. E claro, a perversidade sem limite, permite fal sujeito fazer uso da vida alheia, como modo a influenciar negativamente seus desafetos.  Infizmente, seres assim, sequer são ...

A sociedade repugnante e sua subcultura sob a máscara coletiva

  E simplesmente incrível o modo com que pessoas são facilmente induzidas por manipuladores habilidosos, treinados, e adentrados assiduamente em doutrinas alienadoras. Não o bastasse, conseguem manter em sia plenitude, a velha hipocrisias, percebida apenas por aqueles, cuja reputação passa a ser habilmente denegrida, para que verdades, jamais venham a tona, e, caso venha, que seja descredibilizada, visto que outras técnicas intimidadoras não foram suficientes ou eficientes.    Incrível o modo hábil de atuação em benefício próprio. O modo ambíguo de levar a vida, jamais se permitindo ser simplesmente autêntico, visto que, isso seria inaceitável pera qualquer organização criminosa, financeira, alienados, doutrinadora, ou mesmo social. Visto o perfil psicológico duvidoso, perverso, maquiavélico, astuto, e narcisista. E claro, a perversidade sem limite, permite fal sujeito fazer uso da vida alheia, como modo a influenciar negativamente seus desafetos.  Infelizmen...

o que realmente representa o número 6,66,666

Pois bem. Vamos abrir um assunto um tanto controverso. A simbologia. Entendemos que o mito de jesus, representa a transformação do homem, o renascimento de quem precisou morrer para se reconstituir. Na grande maioria dos casos, o mito foi personificado, e, de forma grotesca, tornou-se além de uma crendisse popular, uma ferramenta eficaz na arte da alienação cognitiva humana. De tal modo, tudo que há em nós, representa através de símbolos específicos a sublimidade do nosso subconsciente. Aquilo que gostamos, aquilo que podíamos, aquilo que não sabemos lidar por ser desconhecido, tudo isso está antes em nós mesmos. Sentimo-nos no direito de julgar e apontar o próximo, mas, poucos sabemos, que, tudo aquilo que nos chama a atenção no outro, nos incomoda ou nos agrada, o faz, pelo simples fato de não estarmos conscientes de que vemos nos outros, aquilo que está em nós mesmos. E preciso muito trabalho, estudo coerente, libertação de mitos e doutrinas, e estar disposto a ainda pag...

uma nova visão da vida e de seus sentidos

Novos pontos de vista referente a novas perspectivas de vida. Se tempos pra cá, venho pensando, muito, me reservo a escolher as poucas pessoas que permito se apresentarem e tomarem importância na minha vida. Não sou mais do que ninguém, mas, busco ser o melhor em relação ao que foi ontem. Para saber se estou oi não no caminho certo, basta avaliar o nosso entorno. Hoje eu entendo, que na vida, não importa a adversidade, não importa a conveniência, não importa a influência. Independente das nossas escolhas todas, inevitavelmente, passarão a construir nosso futuro, o qual, logo a frente, transforma a nossa realidade. Não preciso estar entre uma multidão, na tentativa de preencher o vazio interior, o qual, hoje, por auto compreensão, em mim, não mais compactua. Não preciso de redes sociais, para ostentar a surrealidade que alimenta temporariamente o ego dos vazios interiores. Sou vítima de minhas próprias escolhas, inclusive, das que permiti, por inércia, que fizessem por mim. ...

Uma visão atualizada sobre a Sofia

  Ja falei muito sobre a Sofia em minhas terapias ao longo dos últimos 7 para 8 anos. Hoje vou focar no que sinto e como a percebo, ou prevejo que ela seja, levando em conta minhas memorias de minha adolescência, minhas bagagem de vida, meu aprendizado, minha disposição em lidar com essa situação, e o quanto tento permitir que a situação me influencie negativamente ainda nos dias de hoje.  A vejo como uma adolescente que sente uma necessidade extrema de ser notada, chamar a atenção, E se permitir ser influenciada, acaba sendo tambe uma consequência disso, pois é forçada a se submeter a um meio fechado de relacionamento social extremamente doutrinado, de um lado, e exposta a mais amola hipocrisia de outro.  Me preocupa e me incomoda,  que esteja tendo, que ser assim, e como a falta de parâmetros e aprendizado coerente e pela própria vivência, para ela poder avaliar o quanto ela está presa a isso, aliás, consequências de escolhas que não a permitiram opinar, não me per...