A verdade sobre o dia 29-10-2017

Naquele dia, a Ana já havia ido trabalhar de carro, vista a data que era, e o luís, não lembro se estava na escola ou com a avó la em Sapucaia. Eu sempre acordava no mesmo horário que a Ana, me despedi dela e fui estender roupas que estavam lavadas. Não me preocupei em trancar o portão, tambem não tinha nenhum cachorro na época, e ao me dar por conta, meu ex sogro, o maldito paulao, adentrou pela porta da frente ja com uma arma em punho. Haviam algumas armas brancas no portão, mas não foi possível sequer chegar perto dele. Paulo segurava sua pistola com a mão esquerda, e com a direita pegou um dos facões que estavam pendurados contra o portão. Ele passou a me desferir golpes com a prancha, e me chamar de palavrões, me mandou entrar no porão e toda vez que eu tentava falar ou me mexer, ele me batia. Ele disse que havia me avisado, que caso eu mexesse no processo sobre a morte do Guga, ele me mataria. Eu reabri sim o processo, mas não tive dinheiro para custear o andamento. E nesse caso, voltou para a gaveta do descaso da policia corrupta dessa maldita cidade. Ele disse que se eu abrisse a boca mais uma vez dizendo que sua filha havia matado o menino, ele viria sorrateiramente e me mataria sem eu nem ter chance de defesa. Disse também que se eu fosse ao Paraná por qualquer motivo atrás da minha ex esposa ou da minha filha, ele também me mataria. Se eu abrisse qualquer processo contra ela, ou pedisse o exame de dna, ele também me mataria. Eu devia calar a boca e aceitar a situação, disse que eu era um bosta fracassado e que nunca seria nada nem ninguém e que ajudaria sua filha a me tirar tudo. Deixou claro que se eu fosse a policia e o denunciasse, ele voltaria, negaria as acusações e depois me mataria e sumiria comigo, e nunca mais ninguém ouviria falar em mim.  Nesse momento, eu reagi e parti pra cima dele, peguei na mão dele e segurei a pistola de modo que não seria possível disparar, pois se apertasse o gatilho, o mesmo bateria no meu dedo e não dispararia. Tentei desarmá-lo, e tinha intenção de matá-lo, em legitima defesa, mas não consegui. Ele passou a me bater com as costas do facão e tive que recuar. Ele me deu uma batida forte na testa com as costas do facão, e a dor era insuportável, ele me chamou de filho da puta e disse que só não me mataria por que havia contaminado o local todo. Disse novamente para não esquecer o que ele havia dito e me calar sobre a verdade, referente ao modo que o Gustavo realmente havia morrido. Paulo, é uma pessoa que cumpre o que promete. Ja matou pessoas, fez parte daquela seita onde matavam crianças, e sei que não hesitará em cumprir sua promessa. Levei vários cortes no momento que reagi, e precisei de atendimento hospitalar. Tive um mal estar, e como na época eu fazia uso de Morfina, tomei uma dose por conta da dor onde as costas do facão havia cortado a pele contra os ossos do antebraço. Ao chegar ao hospital, pediram o que havia acontecido. Eu disse que havia brigado, e havia sido ameaçado de morte por dois homens que invadiram minha casa e um deles armado. Eu não podia falar que havia sido o Paulo, e precisei distorcer a verdade. Não falei nem para a Ana, pois temia realmente pela minha vida e pela segurança dela e do Luiz. Porem, cometi um grande erro. Na tentativa de expor o acontecido, e vincular a minha ex esposa e suas  Cúmplices, afrontando meu ex sogro em suas ameaças, porem não o denunciando, acabei postando essas fotos, dos ferimentos em rede social. Logo, o pai do Luiz foi comunicado e se sentiu no direito de impor a Ana que, ou ela me deixasse, por conta do alto risco que eu corria, ou ele entraria com um processo contra ela para tomar a guarda do menino. E inevitavelmente, ela seguiu a imposição da ameaça e me deixou. Sou muito intuitivo, e sei que houve influencia de uma cartomante picareta a qual ela frequentava assiduamente. Ana também não se aceitava a situação financeira que eu a submeti, tendo que pagar pensão alimentícia e mais milhares de reais de dívidas de divórcio. Naquela época eu havia assumido uma dívida de mais de dois mil reais por mês só pelo pagamento da reforma e término da casa, e depois acabei tendo que fechar a casa, e mudar de endereço, pagar aluguel com a Ana por conta das ameaças de morte vindas do Paraná, e para não receber mais protestos de contas atrasadas, cobradores e negociadores de dívidas que me procuravam. Eu sempre soube que o Guga não havia se afogado. Só não sabia como ele teria sido afogado. Levou quase um ano para que Danielle confessasse com riqueza de detalhes e total frieza, sem sequer derramar uma única lágrima, que havia matado o menino num surto de ódio e exagero punitivo, seu próprio filho indefesos de apenas dois anos e oito meses. Infelizmente, não tenho como provar. E se insistir nisso, a morte rondara minha porta, a não ser que eu me anteceda. Um dia, sei que você ira ler as postagens desse Blogger, e ira entender que nunca abandonei você, mas sim, precisei fazer uma escolha muito difícil para preservar minha vida. Sim. Sua mãe matou o Guga. E alienaram você parentalmente para que não saiba da verdade que todos sabem e escondem de você. Sua vida e uma grande mentira. A Talita, a Márcia, a Rosanha, o Gerson que foi um dos que teve um caso com sua mãe, meu próprio irmão. O seu avo paulo, que se demonstra do modo que você vê ai, abusou sexualmente da sua mãe desde os seis anos de idade, e a ameaçava que se falasse para alguém, ela seria morta como as outras crianças que eles matavam nos rituais da seita a qual ele frequentava. Sua avó, mãe de sua mãe, sabia, permitia, e nada fez. Isso foi mantido em segredo absoluto. Perdemos todo esse tempo eu e você, por conta de mentiras dessas pessoas que fingem ser o que nunca foram e jamais serão, pois um passado como o deles, jamais será perdoado ou compensado por entidade alguma. Sempre amei você. Mas, infelizmente você ira pagar pelas escolhas que sua mãe fez baseado em mentiras, ganância, e maldade, assim como eu também paguei. Uma pena para nos. Mesmo eu não sendo seu pai biológico, eu a amei desde a primeira vez que a vi, e a amarei ate o último suspiro que eu der. Faça sua própria investigação. Busque nas suas lembranças de infância. Lembre como era sua vida. Olhe as fotos de como era nossa casa. Aquilo foi real. Hoje, uma mentira, mas confortante vista a péssima qualidade de vida que levávamos naquela época, visto o descaso de sua mãe que nada mais era capaz de sentir que ódio por todos nós. Pra ela, você nada mais é que mera ferramenta para me punir por não ter aceito os termos dela quanto a morte do Guga, e em manter as aparências perante todos a nossa volta. Nunca esqueça. As amigas dela, todos a ajudaram mesmo sabendo da verdade. 

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