coincidências destrutivas.
O filho bastardo que por vezes a própria mãe tentou mantar, e manteve o segredo de sua traição por toda a sua vida. O filho bastardo amado pelo pai afetivo, que o tirou das mãos insalubres da mãe omicída e o levou consigo. O pai destruído que buscou o recomeço, nas mãos de uma ingrata, e tornou um inferno a vida do bastardo. Precisou de fraturas graves no rosto para o pai amado tirar o filho bastardo das mãos da madrasta insensata, má por natureza, e o levar para os avós afetivos. A avó que doutrinava o neto afetivo, o protegia em parte de sua infância,e o acolhia quando o pai ia embora depois da visita quinzenal. A tia que maltratou, humilhou, obrigou o pequeno bastardo a se privar as demais pessoas, tornando nele, traumas reais que o bastardo levou consigo por toda a sua vida. A mãe redimida, mas que nunca falou a maior verdade, e o filho de pai bastardo que aos 16 fora para o novo lar, dividir um quarto com um irmão mimado, uma casa com um padrasto que nunca o aceitou, e ...