nunca foram pessoas normais em litígio.
Texto composto, editado e cooperado por Agnes Fonseca, Sofia Fonseca, Dolores Fonseca, Renata Fonseca, Samara Fonseca e Marci Fonseca.
Estarei eternamente no aguardo das confluência das vida, nesse mundo onde até pedras virão a se encontrar.
Talvez meu litígio em 2015 a 2017 tenha sido uma das questões mais pertinentes ao longo de toda a minha vida depois do infanticídio acometido contra meus filhos.
Foram necessárias fazer escolhas, e, todas essas escolhas eram dificei por diversas questões. Primeiro.
Nunca foram pessoas normais em litígio. Éramos duas pessoas diferentes, que tentaram coexistir. Eu sempre me considerei ter padrões elevados, e sempre vídeo ensinar isso a meus filhos. Mas, a outra, não, essa não tinha padrões elevados. Ela era facilmente corrompida pelas influencias paternas. Fazia o que o pai, criminólogo experiente instruía.
Roubava, desviava, cormpia, traia, mentia, levantava falso testemunho, manililava pessoas e a verdade em benefício próprio. Se associava a grupos rivais, e, por ego, e pelo próprio benefício, "servia a muitos deuses".
Sempre direcionou a mim as culpas de seus erros, sempre buscou motivos e justificativas para sustentar suas traições.
Tornava inimigo quem a confrontasse, usava tudo que tinha para impor as proprias condições, se mantendo sempre em caminhos duvidosa onde a falta de caráter era sua marca registrada.
Quando perdia o controle da situação , mais manipulação, sempre dando as cartas ficando com as marcadas para si.
Quando jurou, sempre cumpoi. E o ultimo juramento, executou de sexta para domingo, sacrificando com crueldade onlrolrio filho caçula aos deuses de seis próprios caprichos. Não éramos pessoas normais em litifjo, éramos eu, Sofia e Guga, vítimas de uma pessoa má, sem nenhum escrululo, segundo sua predisposição genética a risca, com toda falta de ética, moral e consideração por pessoas boas que estavam a seu lado. Apenas as usou, e quando se deparava com outras que, com padrões superiores, e negavam a mentir por ela, ela as excluía e também as tornava suas vítimas.
Sofia e eu nos tornamos as maiores vítimas daquela família sem princípios morais mínimos, corrompida, que tratava com a desonestidade intelectual como o normal pessoal. Sofia, usada como mero objeto de vingança, amparada pelos familiares e demais pessoa de índole paralela a dela.
Algumas que se afastaram, voltarm a buscar contato, de maneira tão soberba quanto tudo que se alinha com ela .
Pessoas que confiei se deitaram com ela, bem como outros que nem sei.
E elas associações, aprendemos a identificar pessoas que, são, agem e defendem a mesma linha de padrões baixos que ela representa. Minha mãe, irmão, padrasto, primos, amigos dela, ex amigos meus..todos corrompidos, de comportamento duvidoso quanto ela.
Meu irmão se relacionava sexualmente com ela , mesmo depois de se tornar cúmplice de infanticídio, a apoiando e informando, cooperando com provas fabricadas contra mim para processos judiciais cuja interesse único era apenas me desmoralizar para esconder a verdade, me punir por não aceitar mais tamanha submissão, e por não concordar em manter segredo sobre o infanticídio cometido por ela contra o Guga. Depois, sequestro , mentiras deliberadas, falso testemunho, privação afetiva, alienação parental, ameaça, acobertamento estratégico com toda a astúcia herdada em seu DNA.
Nunca fomos pessoas normais em litígio .
Ninguém priorisou ou considerou as questões éticas e morais, antes, seguiram na linha manipulada cedendo e cooperando deliberadamente xomnonlado erado de toda essa história, e assim é até hoje.
Sei que não há deus, seinqie não há justica coerente entre os sistemas dos homens, porém , a vida sempre termina, e tudo sempre é em vão. Assim como "adultos" despreparados acabaram com minha infância, e toda a minha vida por consequência, condenaram Sofia ao mesmo passado presente e futuro que essa pessoas más, intencionalmente perversas também me condnaram. Ninguém considerou minha dor, meu luto, meu modo de embase para minhas decisões.
Apenas apontatam o quê, a seus próprios olhos também corrompidos ou influenciados por permissão de sua própria incoerência pessoal permitiram. Exerci meu direito de escolha, e jamais me arrependerei delas. Fiz meu melhor com as poucas opções que tive, mantendo o caminho mais reto, não cooperando com o erro deliberado alheio. Eu não cedi. Ei não cooperei pela perpetuação de todo aquele mal, cuja todos os demais sucumbiram.
Tive momentos de minhas próprias batalhas internas, mas não, eu não sucimbi à essa linha corupta de ser. Ei jamais serei um hipócrita deliberado como se tornou o normal alheio. E eu ainda estou vivo, contrariando todas as expectativas alheias. Conheçi a dona Morte, ela esteve comigo todos esses anos, mas, ela não me corrompeu, ela não me persuadiu. Sofia sempre foi o outro lado vítima desa história, e, ao visto o Dna corrupto dela também se torna o mais influente hoje, e cá estou para me provarem o contrário. A ensinaram a crescer em ódio, a deram exemplos de depravação e mentiras como alfo nomal, e, uma criança com um potencial incrível , e moldada pela deliberação alheia, a se tornar tão "torta", que, previsível é seu futuro.
Talvez nunca mas nos veremos, talvez não caibamos mais um na vida do outro, pós o poder da influência negativa, a persuazão astuta e deliberada de seus educadores, a encaminharam para um caminho duvidoso, já bem próximo de um ponto de não retorno, a transformando em mais um ser retroativo às expectativas evolutivas mínimas. Apenas mais uma máquina biológica, mentacapto, treinada para ser tão mal caráter como os de seu entorno, seja pelos exemplos, seja pela orientação.
Gostaria de estar errado quanto a minha repertório sobre o futuro dela. Mas, ninguém se importou com ela, quando me ameaçavam de morte , inviabilizavam minhas tentativas de contato, regate, reaproximação. Havalio isso como atos deliberados de desejo de vingança pessoal com importância superior à saúde mental infantil de Sofia. Nunca tiveram o mínimo interesse em fazer o certo, antes, em praervar o sefredo da morte do Guga, o tornado em tabu.
Ada disso é perdoável. Todos nós tentamos seguir em frente. Uns, atormentados pelas consequências de tamanha injustiça, outros, propagando mais mentiras para sustentar as anteriores. Há os inconcientes que não tem a menos noção do mal que causaram, os que escolheram apenas por si, sem consideração alheia e hoje colhem despreso e solidão.
Há os mortos vivos, que, sequer tem consciência do que fiseram, do lado erado da guerra que compraram.
Usam de bengalas teomanipuladoras auto costumizadas para sustentar feias suas próprias consciências. Mas , eu não cai. Eu não esqueci, e minha cede continua a mesma, impedindo que isso se esqueça, me dando a energia que preciso para "seguir em frente".
Jamais irei superar todos os males que me causaram. Sei cada nome e não esqueço, e ainda estou vivo para lembrar.
Muitos caminhos jamais se cruzarão, já, outros, serão inevitaveis, e...
"O caótico jamais será harmônico"
Que vivamos todos nós com nossos próprios monstros que nos mesmos adoramos e alimentamos ao longo de toda a nossa vida, e e nossa velhice nos cobre cada centavo pelo mal deliberado alheio.
que todos àqueles que traíram encontrem o caminho que lhe cabem, dentro das consequências de suas escolhas deliberadas.
Que os mentirosos morram no engasgo de suas próprias mentiras...
que os alienadores, manipuladores, encontrem em seus caminhos as consequências do mal que causaram por interesse meramente próprio.
Que os mortos vivos moram em sua próprias maldades , vítimas de seus próprios interesses egoístas, ardilosos e astúcia aprimorada.
que aqueles que usam vantagens desonestas para proveito próprio, se defronte outra vez com aqueles em que um dia pisaram.
que os massacrados aprendam a se erguer e seguir em frente, dando a cada um a devida recíproca, que não esqueçam os males que lhes causaram, nem a face de quem foi. Enfrente seu próprio espelho, domestique suas fraquezas, e adote a frieza como arma, sem jamais deixar de seguir o caminho reto. Que não não cedam aos desvalores que lhe condenaram, que não se permita regredir, antes, retroceder por estratégia. Que entendam a maldade prevalente e deliberada humana.
Que entendam transceder a serem meras abelhas em um planeta de moscas, evoluindo sem revelar que que se tornaram marimbondos cavalos, e que seus ferrões não irão lhe matar se o precisar usar.
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