eu aprendi a conviver com a dor

Eu aprendi a viver com a dor. Poucos são capazes de compreender o sentido dessa afirmação .
Quando digo que aprendi a viver com a dor, sim, eu me refiro a todas as dores que seres humanos podem sentir, ou que possam serem sentida de uma única vez.
Eu aprendi a conviver com as dores físicas que a muito me acomoanham, bem como as dores da psicossomáticas procinda de uma alma que decidiu pagar o preço de sair da caverna e não mais considerar as influências das sombras das rochas.
Eu iniciei minha jornada já a muito tempo, e só hoje compreendo que, sempre foi esse o meu maior acerto entre tantos "erros" apontados, julgados e punidos pelo sistema.
Eu não faço mais parte do sistema. Eu não vivo mais na caverna dos lobos e dos canibais que viram as regras. Mas, isso tem um preço, o preço de olhar de frente nos olhos dos mesma lobos e canibais que mesmo aqui fora ditam as regras. Essa cidade aqui, não é para qualquer pessoa que simplesmente aceita permanecer inqueationavelmnte nos moldes do sistema dos lobos e canibais. 
Eu ousei, eu questionei, mesmo sem ter a menor compreensão só quanto isso poderia vir a ser cuncistar.
Eu não permaneci na mediedade coletiva normalizada por eles, e vivida por "quase todos". Eu precisei aceitar as consequências das minhas escolhas , mesmo sem ter ideia de quais e quão intensas elas seriam. 
Eu desertei de algo que nunca me coube, de algo quenja havia sido expulso antes de mesmo de ter minha consciência, pois, instinto, pode se referir a muitas coisas, mas, hoje acredito na plena evolução do Dna que ainda resiste entre libosne canibais que punem os escolhe senhor o caminho reto, distorcido pelos libosnaos olhos dos comuns, moldados e conformados.
Eu aprendi a administrar todas as dores. Elas estão aqui, o tempo todo. Mas quem se importa? Todos estão acostumados demais em se esforçarem para serem aceitos aos olhos dos lobos e dos Canibais sem se quer entenderem que já estão mortos antes mesmos de iniciarem suas jornadas . Sim  todos eles estão mortos no sentido simbólico dinnundonde aparências qiwneles vivem sem perceber, que eles relutam em defender por não terem herdado a centelha da evolução, àquela que que alimenta o instinto, que valorisa o certo primordial, antes do certo distorcido, maldado para aprisionar, e não permitir libertar .
Eu aceito minha sentença  eu eu entendo o peso dela . Eu aprendi a amenizar. A encontrar uma forma de deuzá-la ali, para me fazer lembrar o tempo todo dos lobos e dos Canibais. Elas me nutrem,elas se integraram ao meu Dna e a minha centelha da vida, e isso não pode mais ser anulado. Sao poucos que aceitam esse caminho quente obriga a passar pelo aparente abismo da desconstrução pessoal. Poucos aceitam o desafio de ir até suas profundezas sem nenhum garanta de pode voltar a sair de lá. E aqui estou, no fundo desse abismo, aprendendo com cada paço que dou ao longo de toda essa jornada. 
A cada dia, no caminho desse abismo, aprendo sobre a existência de uma nova forma de sentir dor, e também aprendo uma Nova forma de coexistência com cada uma delas.
Isso não me tornou frio ou incensivel, não, longe disso, isso me mostra e me faz entender o porquê tanta gente apenas aceita seguir suas mortes aceitando e acreditando estarem vivas...
 Elas não são aptas para desafiarem o preço de viver. Elas sequer sabem o sentido mínimo da paz e da liberdade. Elas jamais irão entender que o sentido está nessa jornada, e não ao final de um caminho traçado num mapa sistemático, moldado por que jamais irá abrir mão só poder absoluto.
Eu me libertei, e só entendi isso depois de chegar aqui, ao fundo desse abismo que para tal, todas as dores de uma lista interminável é o preço. Se você chegar aqui, e ainda estiver vivo, vera que não já subida, que não precisa sair dele, pois, esse abismo, e a jornada, e quando ele termina, a vida começa. 
A vida literal, e não a vida nos moldes dos lobos e dos canibais. Ao longo do caminho do abismo, entendi o valor do desapego. Aprendi a administrar a dor de escolher deixar ir. A dor de escolher nao intervir. A dor de escolher aceitar não me tornar um assassino, para tentar ter o que os lobos e os canibais tomaram para si, independente disso estar certo ou errado. 
As dores estão todas aqui. Mas elas estão devidamente administradas. Aceitei ser o feio aos olhos dos mortos vivos moldados pelos lobos e pelos canais. 
Aprendi também  sobre o poder de algumas armas. O essudo da indiferença, que impede qualquer coisa de me atingir e causar ferimentos de morte , visto que a dor, já não é mais nada para quem sebrevive a tudo o que sobrevivi.
hoje, sou liberto pela sabedoria mínima que conquistei, graças a toda a dor que me foi imposta pelos que pensam saber, que pensam estarem vivos, que pensam serem herdeiros de fantasias que existe na mente coletiva de todos os mortos que nunca conheceram a vida.

O bastardo tratadado como tabu. A herança maldita  que não pedi paranter, mas a recebi de pessoas malditas e irresponsáveis, que, em busca de suas saciedades , inconsequentemente jogam pessoas nesse mundo sem respeito algum, sem nosndarem a escolha. 
Hoje, posso andar nos terrenos da obscuridade debulhar nos olhos dos lobos e dos canibais que não podem mais menarinfir ali, pois nada mais eles podem fazer depois de janterem mostrado e usado todas as suas garras, estraçalhado minha
 carne, e modado minha alma. Eles mataram o meu ego sem perceber, e um ser sem ego, não pode mais ser controlado. Dele, nada mais pode ser tirado. Pois ele transcendeu , ao aprender pela dor as maiores lições que a vida pode impor como prova , pela dignidade ao fim donabismo. 
Hoje, olho para trás, e vejo nuvens sobre o pico do qual desci. Em alguns momentos, era apenas eu e o abismo, nao reatava nada a fazer senão simplesmente pular para ele, sem saber o que havia mais abaixo. Logo, se fazia necessário o tempo, tempo esse necessário para curar os ossos que quebravam, curar as feridas mortais que não me mataram. E entender que mesmo a morte pode ser desafiada. Pois, entendi que viver lá encima, já é estar morto.

Precisei quebrar todos os ossos do meu corpo infinitas vezes, até aprender a suportar a dor..precisei esperar que eles cicatrizassem, para então poder voltar a andar. Precisei tratar infinitas feridas por um número incontável de vezes, onde a própria morte esteve ao meu lado por todo aquele tempo.
Hoje , até a dona morte me respeita.
Hoje, olho para as cicatrizes sobre as cicatrizes, e cada uma delas é o registro de uma lição que a vida se encarregou de me ensinar pelo amargor da sinestesia autêntica. Tudo o que eu tive, por punição a ceder aos tortos do sistema, me tiraram para me punir. Para que eu service de exemplo para outros que não cedescem, e que também pudessem idealizar segue os poucos retos autênticos que também passaram pelas mesmas intensidades punitivas que a mim impuseram. E eu sobrevivi. E hoje, sei viver com todas as dores que alguém pode sentir. Eu tenho a claresa do sentido do poder das escolhas. Ei tenho a plena capacidade de conviver com os resultados, ou com as consequências de cada uma que eu possa escolher. 
Eu posso ser eu. Eu posso "ser" pleno. Eu posso escolher independente das correntes que acorentam a maioria absoluta em suas cavernas. Maioria essa, confirmada com as meras sombras das rochas que lhe dão a sutil sensação de existência. 
Hoje eu entendo que posso ser quem sou, sem mais me preocupar com o que dizem lá outros . Bem como posso escolher permitir ou não as influências alheias, ou executar o que julgo ser o certo, independente das amarras "éticas" mofadas pelos lobos e carnibais.
Eu sou mei próprio deus, meu próprio senhor, e reescrevi meus próprios valores, sem ceder aos tortos, lobos e canibais. Eu não preciso de regras mentirosas par escolher o certo, mas, meus próprios padrões de "certo", não são mais os padrões do certo coletivo, que escondem dentro dessas regras o que é podre, doente, nocivo, marcado. Eu não me tornei um egoísta, antes, matei o egoismo em mim, e posso ver com clareza a diferença entre egoísmo e honesridade. A diferença entre astucia e honra. Privilegio e mérito. E não sou mais influenciado por mitologias comerciais baratas e vazias, nem por filosofias tão baratas e noldadadoras ao sistema quanto. 
Não. Ei não cedo mais por que eu entendi que eu não preciso ceder. Eu não traio mais  aos meus princípios por não ter nenhum moeda de barganha garantida por alguma lei tosca...
Eu não quero o que não me pertence. Não por ensinamento barato , mas por princípios elevados. 
Eu não vou mais lutar por algo que não me cabe mais. Pois a dor da perda e da injustiça já não é mais um problema, e não travo mais batalhas com gigantes sem alma. Entendo que não preciso ter propósito . Não preciso agradar, antes respeitar. 
Não preciso esperar que me ouçam, antes que sigam seus caminhos com suas próprias ignorâncias em suas vidas sem nenhuma vida.
Me libertei de mhitos pesos que men prendiam. De correntes que nunca tiveram cadeados reais, senão emocionais ..
Lido com minhas dores. Enxugo minhas lágrimas , e apenas sigo em frente, sem nenhum aparo,sem nenhum amparo..olho para trás e entendo que posso fazer desaparecer todo aquele abismo que vivi, basta continuar seguindo em frente...
A minha frente? Sim . Eu vejo com clareza um mundo inteiro , eu vejo paisagens, eu vejo o mar. Eu vejo as flores e as árvores, e sei que que posso reconstruir tudo outra vez. Mas dessa vez, sem apego, sem expectativas, sem esperar reconhecimento ou algo em troca ..e não o faço nem por obrigação e nem pra que me importo com algo. E sim, por isso ser espontâneo, por ser algo que está aqui dentro, autentico, e não moldado por lobos e canibais.

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