A véspera da tragédia.
Dia 14 de setembro de 2014 meu filho Gustavo Matheus de Castro Fonseca, meu filho legítimo e amado veio a falecer de modo trágico e inexplicável, além de inaceitável. No dia 13, véspera da tragédia, Minha ex esposa estava muito alterada. Ela estava sob forte influência de seu pai, ao qual tinha uma forte ligação psicológica não explicada desde sua infância.. Danielle revelou em2008 que havia sido molestada e estuprada pelo próprio pai desde os seis, sete ou oito anos, não.lembrava bem, e assim aconteceu até seus doze anos quando menstrueu pela primeira vez. Sua mãe sabia, via e co sentia. Nunca se impôs nem nada fez para reprimir ou impedir. Danielle carregava consigo traumas desde sua infância também muito sofrida. Nos dois tínhamos issl em comum, sofrimentos difere tem, porém em níveis desumanos. Em fim, não sei explicar, mas esse abuso criou algum tipo de laço muito forte entre ela e o pai. Paulo era uma pessoa mesquinha, falsa, ligeira na arte de lesar. Vigarista, aproveitador, gigolô,e muitas outras coisas negativas se poderiam descrever a seu respeito. Uma pessoa que só pensava em si, sem cinciencia, sem consideração alguma pelo próximo. Egoísta, sádico e cruel. Ele levava Danielle do modo que queria e a influenciava negativamente o tempo todo. Ele a instruiu a me tirar de casa, me tirar as crianças, me tirar o carro, e pagar pensão alimentícia a ela. Naquela segunda feira ela iria a delegacia levantar falso testemunho, iria me denunciar por abuso sexual contra meus filhos, violência doméstica e psicológica. Tivemos uma discussão bastante intensa e ela insinuou que o faria. Disse que a casa era dela, os filhos eram dela e ela iria me tirar tudo...me por pra fora de casa. As crianças presenciaram tudo. E q Sofia mesmo com cinco anos, deve lembrar brevemente dessa discussão. Nessa época, a meses nos já estávamos com problemas. Uma das marcas registradas de Danielle era a hipocrisia. Ela frequentava as testemunhas de Jeová, porém em casa, hagia de modo contrário ao que ensinava a terceiros em suas saídas cotidianas para dar estudos bíblicos. Esse hipocrisia gerava arrogância por minha parte e não aceitação a frequência dela a essa seita qie nada acrescentava de útil a nossa família. Danielle vivia em conflitos psicológicos e criou um mundo próprio, o qual defendia com unhas de e dentes. Em 2008 nos morávamos em Caxias, em uma chacara onde Danielle se envolveu afetiva e sexualmente com Ricardo escopel, um filho de fazendeiro vizinho da chacara que nos morávamos. Dessa relação, supostamente nasceu a Sofia, a qual não admito ser minha filha. Mesmo assim a assumi e a amei sabendo não ser minha filha legítima e sabendo que havia sido traído. Esse foi o motivo que me levou a sair da seita das testemunhas de Jeová. Foi minha forma pessoal de protesto. Passei a ler artigos científicos desinsentivados pela seita. E ao longo de muitas leituras e pesquisas me tornei um descrente e posteriormente um ateu assumido. Já minha mãe, se tornou espírita. Esses três caminhos levaram Danielle e conflito e ela sustentava apenas sua versão dos fatos, distorcida e adaptada a seu modo hipócrita de vida. Danielle acreditava que pelo fato de eu ter me tornado ateu e ter dado às costas ao dogma dela, e qie minha mãe adepta do espiritismo, merecíamos ser punidos. Ela acreditava que se tornará a ferramenta. De seu deus Jeová e deveria nos punir. Foi então que ela teve a idéia é a executou. Num momento de desguarda, ela afogou o Gustavo em um balde no porão da nossa casa, depois o colocou dentro da picina e forjou um acidente. Pois bem. Eu e a Sofia estávamos juntos no andar de cima e quando acabou o filme que assistíamos, nos saímos em busca do Guga para andar de bicicleta. Andarmos pelos porta, cinco Guga já sem vida boiando na piscina foi a pior de todas as visões.que tive ao longo de minha vida. E ali mesmo sabia que minha vida estava acabada. Fiz o que pude. Entrei em desespero. Danielle, foi na ambulância. Sem lágrimas, sem emoção alguma testemunhou o óbito perante as tentativas médicas de reanimá-lo. Perdi meu filho nesse dia. Ela desistiu de ir a polícia e levantar falso testemunho. Por algum motivo ela acreditava plenamente que seu deus Jeová a havia mandado fazer aquilo para me punir. Ela acreditava plenamente que os últimos dias eram aquele em qie vivíamos, e a profecia mitológica do aramagedom se cumpriria, se iniciaria e logo ela estaria o paraíso, no novo mundo visado pelas fantasias das testemunhas de Jeová. Ela acreditava que estaria lá e Gustavo seria ressuscitado por Jeová, que ela ganharia um novo marido dentro dos parâmetros que ela escolhesse e viveriam felizes para sempre por toda a eternidade.
A mentira dl acidente se sustentou por oito meses. Mas nunca aceitei aquela realidade. Gustavo conhecia a piscina e sabia nadar o suficiente para não se afogar. Haviam brinquedos na volta da piscina que haviam sido guardados na véspera sobre um armário que ele não alcançava. Haviam roupas molhadas da Danielle no banheiro e o porão estava molhado, ela pintava uma parede quando achei o corpo de Gustavo. Tudo era muito estranho. E nunca aceitei. Durante o.velorio estávamos adversos um ao outro, não conseguíamos sequer nos aproximar. Sofia foi levada dali. Recebi apoio dos meus primos e da minha mãe já Danielle não largava o celular orientando sua família qie vinha de Londrina. Paulo, o pai de Danielle me acusou literalmente de ser o culpado e responsável pelo suposto acidente. Me jurou de morte e logo nos eviramos por bastante tempo depois daquilo. Na última semana de agosto daquele ano, tivemos um discussão e Danielle entso cedeu, e confessou o qie havia feito com risos em seu rosto, disse ter saboreado cada momento de sofrimento meu e da.minha mãe. Disse que nos éramos os culpados pelo sofrimento dela, pela infelicidade dela.. Em seguida ela se trancou no quarto com a Sofia e eu chorei a noite toda até se manhã. Na manhã seguinte, ela já havia feito uma mala para ela e outra para a Sofia, e sumiram com a Talita,amiga dela de festas e orgias. Também testemunha de Jeová que levava imã vida dupla e hipócrita. Durante esse tempo, ela...
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