Um certo dia resolvi contabilizar, e listar tudo que eu devia fazer.
Por muitos anos me envolvi em situações de desconforto. Me vi preso a contextos aos quais eu não tinha controle.
Não sei mentir. Não sei fingir. E me incomoda se tiver quê. A mais de uma década venho procurando meu lugar ao sol, não se trata de reconcilho com um passado imutável, antes em, apartir de discernimento, fazer essas diferentes das que fiz ao contesto vivido até algum tempo trás.
Autenticidade para mim é importante. Saber quem sou também se tornou uma busca relevante.
Precisava de novas vivências, precisava de novos parâmetros, novas experiências. Precisava viver a vida lá fora.
Precisava compensar de alguma forma as perdas incompensaveis, e assim eu busquei fazer. Sempre soube da impossibilidade de superar minhas próprias perdas, tantas consequências de permitir proximidade e influências de pessoas que nunca quiseram o bem, antes, obter vantagem para um fim pessoal egoísta.
Visto que não posso me permitir ser assim, como a maioria das pessoas que passaram pela minha vida são.
Cada um com suas escolhas, embasadas em suas vivências e educação primaria, bem sempre tá bem embasada.
Cada um em seus próprios parâmetros pessoais, onde a moral, pode ser tão fictícia li flexível, quanto suas atitudes deliberadamente hipócritas, más, ou egoístas.
Hipocrizia é para mim, algo tão grave quanto um crime de morte. E se eu o for, jamais será por deliberação. Pois apesar de tudo que me tiraram, jamais me permitirei ceder ao "comum" hipócrita coletivo. Eu não cedi, eu não me corrompi.
Autenticidade, defendo com unhas e dentes, porém, ciente de que não posso me permitir ser escravo de minha própria aparência, ou palavras que possa vir a dizer.
Também não posso mais me permitir ser escravo de sentimentos ruins, derivados de convívio com pessoas descategorizadas, repletas num passado que deixei para trás.
Alguns vinculos, romperam contra minha contar, mesmo com batalhas, jamais fui páreo para oponentes que, jamais competiram, e jamais competiram em igualdade.
Me roubaram o afeto sanguíneo, destruíram a razão, e capacidade de pensamento lógico e crítico da minha filha, que, se tornou tão sobrevivente quanto me tornei.
Manipularam a verdade, distorceram fatos, alienada, intimidaram, ameaçaram, e tudo isso deliberadamente por autopreservação. Em fim, assumir erros como a morte do próprio filho, poderia custar uma liberdade, e uma vida rasa vida até então.
Me roubaram, perturbaram. Mentiram, traíram, e pessoas de quem menos esperávamos foram as piores, as quais, posteriormente também afastei consciente de suas habilidades em prol de nada construtivo.
Me chamam de desgarrado, me chamam de desequilibrado, porém, ponho a prova qualquer um que sustente qualquer acusação de tal possibilidade. Mesmo entorpecido pela dor de tantas perdas, pelos efeitos colaterais de tantos medicamentos, ainda mantive reta a trajetória que segui. Pois, não me corrompi, apesar de tantas adversidades ocasionadas pelos próximos.
Hoje, apenas ando, em frente. Desvinculado de materialismo, ego, necessidade de ostentação, aceitação, ou compreensão.
Já não me importa mais o que ficou pra trás, visto que, mesmo aquilo que teria algum valor, não deverá voltar, pois, está ocupada demais com suas próprias batalhas, memórias corrompidas, duvidosas e implantadas. Já ainda a alienação, teocratofinaceira, ética e moral. Onde por ser em épocas passadas, "inocente", não pode ter acesso as informações relevantes sobre os bastidores de sua própria vida. Ainda Asim, eu acredito na coruja
Sabedoria, nem sempre precisa coexistir entre um nome e uma consciência.
As vezes, o contexto a nossa volta nos incapacita a ponto de sequer sermos capazes de discernir o sentido que inspirou alguém, em outros tempos a agregar a nós um simples nome com um significado grandioso.
O ser humano em sua infinita necessidade de alimentar o próprio ego, sequer e capaz de educar com imlarxialidade. Antes disso, sustenta mentiras que embasaram o absurdo, porém aceitável para a grande maioria. Ainda assim, ainda creio no instinto da coruja.
O preço a ser pago por ser "diferente", daquilo que os demais esperavam, sempre será alto. Os padrões normais que a grande maioria deveria seguir, tem padrões e custo elevado, custo esse, que, para mim jamais me neguei a pagar.
Não tenho que aceitar imposições. Não tenho que concordar e me tornar cúmplice da falta de caráter alheio, como até me deparei em épocas passadas, onde, para salvar toneladas de pirita, perdi o ouro que carregava por dentro.
Hoje, eu estou devolta. Com um laudo de sanidade, de superação de um estresse pós traumático persistente, ocasionado não pela perda trafica e dramática de um filho, antes, pelo cntesro incluso nessa perda, cuja corja envolvida se tornaram aliados em prol da preservação desse grande contesto manipulado que preservam. Os que dizem seguir a um deus customizado a seus próprios caprichos, que só é nobre perante outros pessoas que também vivem uma vida sem nenhum valor real, sólido, que possam levar consigo após suas mortes.
Bens,? Coisas? Não preciso mais. Hoje, entendo que, se partir para o final de tudo, levarei comigo a melhor pessoa que pude ser, em meio a uma sociedade doente e duvidosa, vítima de familiares e demais pessoa perversas, hipócritas e deliberadamente maldosas.
Posso voltar para o lugar de onde sai, pois hoje sou outro. Posso ir onde quiser, pois nada Deco a ninguém, antes, porto comigo incontáveis promissórias assinadas por tidosnqie fizeram mal.
Justiça e algo relativo, pois, após certo ponto pode se tornar vingança,
Vingança, enfloba um patamar que contradiz a justiça, justamente essa, duvidosa a ponto de mandar a própria ética e moral, em "coisas" flexíveis , que podem dar margem à que a criatividade puder distorcer.
Estou devolta, sendo exatamente a mesma pessoa que sempre fui, porém, com princípiosaos lapidados, com valores aprimorados, com maturidade aumentada, e senso pessoal de que, nunca fui eu problema, antes, os que burlavam o certo com atos errados, e seguiram em frente sob parametros errados, dividos, pois, se, em tal trajetória, tiveram que pisar em outros, então, esses, de quem falo, não são as boas pessoas que pensam ser.
Hoje,e sinto bem sendo eu, sendo quem sempre fui, sabendo que, mesmo quando persona lucidez, por padrões instintivas elevados, consegui me manter num caminho onde não liseo em ninguém para seguir minha jornada.
Hoje, estou devolta, não porto mais as promissórias, mas as tenho guardadas em local seguro, organizada, com cada nome listado, para não mais interagir com pessoas que precisaram por benefício próprio, posar em outras, e passarem a te seus nomes numa lista pessoal de devedores. Devedores esses, que perderam mais do que ganharam ao agir como agiram.
https://youtu.be/tO7B2Tqt__c?si=yqok0X8vI7F7JR4A
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