Escolhas são sempre escolhas.

Texto escrito e elaborado por Marci Fonseca, Agnes Fonseca, Renata Fonseca, Samara Fonseca, e participação de Samael Fonseca .


E novamente me deparo perguntando, mas a final. Valeu a pena? Qual a diferenca dos tempos da inconciencia? O que mudou com escolhas conscientes? 
E a resposta que consigo gerar, se embasa no fato de que escolhas não dependem apenas de xonsxienciane inconsciência. Há de ponderar o velho instinto e suas bases educacionais de berço. Nunca busquei escolhas erradas deliberadas, mesmo quando eram feitas inconscientemente. Mesmo assim, a realidade pessoal sempre será a prova real de que escolhas certas foram tomadas. Escolho a honestidade, mas, os demais envolvidos, nem sempre valorizam isso com o mesmo valor que eu dou. 
Escolho andar por aí. Colecionar experiências, vista uma vida inteira em prol de sonhos frustados, mas, ao reavaliar, não há muita diferença a considerar entre os resultados produtivos dessas escolhas. 
Escolhei estar aqui, porém. Estar aqui, não consiste minimamente com minhas espectativas. Nada me impede de fazer novas escolhas buscando mudar essa realidade. 
É clichê dizer que a problemas vão com a gente por estarem dentro da gente. Isso, na verdade pode ser muito mais complexo. Precisamos considerar toda a base familiar e estrutural de berço, a base familiar e estrutural de quem escolhemos ter ao lado, e poucos entendem que em um relacionamento, raramente haverá uma escolha pessoal perfeita. Se isso ocorrer, é chegada a hora de reavaliar. Pois, ao escolher um relacionamento sempre será necessário ontem o meio termo conveniente a ambos. Se isso não for, o desequilíbrio já estará estabelecido, e estando ele perturbando, sinaliza erro claro de escolha. 
Hoje, mais uma vez, preciso fazer as velhas escolhas que não queria mais. Já deveria estar em um patamar onde elas não fosse mais necessárias. Uma vida toda pode tornar-se em disperdicio por insistir em erros.
Eros. Já foram tantos. Mesmo estando certo debestar fazendo as melhores escolhas, hoje, entendo que nada depende sonda gente. Sempre há algum contesto. Sempre haverá alguém feliz e alguém frustrado. Ou alguém Meio feliz e alguém meio frustrado. Uma vida dentro desses padrões, mostra claramente a falta de compasso entre as partes cuja escolhas envolvem. Por mais duro que seja admitir que erramos mais uma vez, mesmo em uma escolha consciente, aceitar isso e seguir em frente será o único caminho viável. Ficar e insistir naquilo que já se mostra não ter dado certo, sendo a realidade totalmente oposta às espectativas de embase para tal escolha, acaba por ancorar todos os nossos potenciais em uma praia deserta e sem vida. Eu escolhi seguir em frente. Sem sequer saber o que me motiva. A vida em sua imparcialidade e voracidade parece ficar em digerir os que, como eu, sequer deviam ter chegado onde chegaram.
Não busco atalhos convenientes. Antes , caminhos reros e coerentes. E, se isso gerar conflitos de interesses, não preciso mais de nenhuma prova que minhas escolhas não estão em coerência com objetivos mínimos... Objetivos mínimos? Objetivos mínimos...

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