Pensamento do dia. A nova atualização da própria consciência.
Depois de todo esse tempo. Onze anos, morte de dois filhos. Um no sentido literal, outro no sentido emocional. Porém, nenhum nonsenrido afetivo.
Guga está morto. E aceitei isso. Mesmo não tendo havido o devido equilíbrio.
Já, Sofia, está 50% viva. Hoje com 17 anos, ainda não superei a ausência dela, e tudo que isso engloba. Não. Eu não aceitei o fato de ter sido posto diante da morte caso eu tentasse me aproximar dela. Um dia quem sabe, ela atinja um grau de intelecto e razoabilidade e entenda que, psicologia é coisa séria, e pode moldar uma vida de maneira inconsequente como fizeram com ela. Atualmente ela está em estado de PAICoi. E irá defender a pouca extrura moral que obteve. Considerando a hipocrizia algo normal, e se defendera de tudo que possa expor a verdade dos fatos, protegendo assim, a si mesma sem sequer perceber. Logo, a maturidade, dependendo do quão alienada esteja, pode contribuir para buscar a verdade pra conta própria. O problema, é que, de todos os lados pessoas de baixa ou sem nenhuma ética e moral a cercam e a condizem. Muitas delas sem sequer saber e conhecer o outro lado da história.
Eu decidi pagar o preço junto com ela. E estar em estado de privação afetiva constante. Assim como bem entendo os estragos emocionais da alienação parental.
Ela segue o mesmo caminho que eu também segui. Me falavam mentira. Me faziam duvidar da verdade, e da minha própria capacidade. Acabei por ter um comportamento como o dela, e não aceitava mais nenhuma abordagem, mesmo vinda de pessoas sensatas e mais confiáveis. E o fazia para me proteger. Pois já estava moldado pelos mesmos parâmetros que ela. Duas histórias diferentes, mas paralelas. Iguais no contesto. Alienação parental, privação afetiva, mentiras e manipulação. Encheram minha cabeça de futilidades e inutilidade intelectuais, e ao seu tempo, decidi buscar a verdade de forma imparcial. Eram outros tempos. Éramos inteligentes de forma diferente. Mas a mesma motivação. Ao menos ela tem se esforçado, e espero que siga no caminho certo, mesmo perante os duvidos estarem em curvuosos declives e aclives acentuados. É previsível que, ela fea uma vida conturbada e frustrações frequentes, e, a diga que encontrará será por a culpa em quem como ela. Também foi privada do acesso paterno afetivo. Meu pai sempre soube que eu não era filho biológico dele. Mesmo assim ele me amou. Cuidou de mim dentro de suas limitações. Da mesma forma. Ei sabia que a história poderia estar se repetindo. Mesmo assim, seguindo o bom e honesto exemplo do meu pai, nobre em sua simplicidade, também a amei. Nunca me importou o Dna.
O problema surge da falta de compreensão alheia, da maneira que, aqueles, por vontade própria, omitiram a verdade dela, e a condenaram, assim como também me condenaram a uma situação desequilibrada como essa.
Não existe compensação para algo assim.
Apesar de tudo, eu me recompuz. Levou 11 anos. Mas me recompuz, mesmo não aceitando, compreendo minha limitação. Pois jamais serei um deles. Jamais mentirei para proteger outros comoarsas. Já aos matarei por motivo algum. Jamais manlularei com mentiras, de modo inconsequente. Jamais usarei uma criança para atingir um adulto. Eu sou melhor que isso. E paguei um preço alto demais para ser Asim. Má, tudo que é Érico, moral e legal, é caro. É nobre. É direito. Não fugi de minha verdade nem de minha realidade.
Retrocedi, até ter condições de raciocinar e discernir minha impotência médiante criminosos organizados e protegidos por organizações também criminosas. Infelizmente, durante esse modo de defesa, um reflexo psicológico resultante da manipulação eficiente.
Nunca é um caso perdido. Assim como eu não fui, e as pessoas certas apareceram na hora certa. Por muitas vezes seguraram minha mão a beira do abismo. Bem como me resgataram dos fundos dos incontavei poços que estive. Houveram luzes aondinal da escuridão do túnel. Pois essas pessoas, me guiaram até após a curva que me pedia de ver o final. Nessa trajetória de túneis, poços e penhascos, conheçi pessoas realmente nobres. Boas, sem crenças, sem qienninca esperaram nada em troca de ajuda e resgate. Nunca usei escoras e bengalas teofinaceiras para fugir da realidade. Sempre estive em modo de batalha, Sobrevivência e auto defesa. Más, hoje, mente lúcida, e consciência branca, consigo recomeçar. Consigo planejar um futuro mesmo que incerto. Consigo um novo propósito. E no fundo, todo embasado na mesma linha que Sofia também segue na esperança de seguir em frente. Lena, que, lado ela, nesse momento, e em momentos próximos ou distantes, essa "questão" não resolvida causara gatilhos emocionais. E esses por sua vez, a conduzirão a um comportamento instintivo de auto preservação, e afastará pessoas boas qiwbeararao por ela, e se manterá aliada as mas, que custam tudo isso.
E uma análise mais profunda, hoje, percebo que minha família de ascendência paterna afetiva, fui criado por um pai de pureza espiritual singular. Hoje, vejo o quanto dele carrego em mim. Pois ele sempre me protegeu se abrasando em fatos reais, não em manipulação para benefícios próprios. Ninguém das pessoas com meu sobrenome , apesar da limitação pessoal de cada um, nunca deram mas ezemos. Nunca noa ensinaram desvalores. E me conduziram em ética e moral que os estrutiravam também. Diferente de todos que conheço por ascendencia da large materna, onde todo tipo de "falcatruas" e mal caratismo são a marca registrada. A ponto de, os mais próximos, que deveriam zelar pela verdade, agiram de má fé. Mentira. Manipularam a verdade. Omitiram e se virimazram para desviar a atenção. O que não sabem, e que me tornei o resultado da soma de tudo isso. E tive muitos exemplos daquelilo que jamais iria querer ser. Me afastei de pessoas que não acreacentam, e que sejam na descrição citada. Isso inclui, mãe, irmão, tias, primos, padrasto. Todos honrando seus sobrenomes e simbologia portada.
Ao contrário do que os hipócritas dizem, eu digo, sou melhor hoje. Me torno uma pessoa mais humana a cada dia. Mais coerente em minhas escolhas e decisões. Sou melhor que já fui, quando era menos pior dos que mencionei acima. Caminhei uma liga jornada, de a os e anos. Mas, estou de pé, e posso me orgulhar do véu branco que carrego. Pois não me corompi. Sou melhor que eles. Sou melhor hoje do do que fui ontem. E nada do que digam e falem a meu respeito, por não ter peso real, hoje, não mais me atinge. Entendi que, isso não diz respeito a mim, antes, a quem mente sobre alguém para esconder algo terrível de si mesmo.
Em fim, isso tudo fico Para trás. Estou preparado para todo tipo de situação hoje. Me esforço em prol do que julgo certo perante de padrões aprimorados a ferro e fogo sem ceder... Assim.se forja uma pessoa livre. Sem vínculos com o que não importa mais. Restou as boas lembranças para lembrar, elas mas para aprender. Nunca se perde quando se entende isso, antes, nos aprimoramos como pessoa e ser humano...em épocas de tanto retrocesso, raro de ocorrer. Hoje sei quem sou, sei minhas limitações. Perdi a juventude, a troquei por lições caras de aprender.
A debilidade já bate a porta. E o tempo que me resta levo comigo as boas lembranças, raras, mas marcantes.
Um dia, retorno ao universo. Volto fazer parte em moléculas que já foram outrohora. Mas , me perturba o que fizeram, e à Sofia. Pois selaram o destino dela sem ela ter a menor defesa. Foram desumanos e cruéis, e sequer entendem que, a motivação dela, é a mesma que já foi minha. Chamar a atenção, a o capacidade de lidar com suas dores. Se ocupar com o superficial, para não abordar as feridas. Se mostrar forte, enquanto sonprecisa de um abraço verdadeiro, daqueles que trocam energias e nos tiram a dor. Eina entendo. Já vivi tudo isso. Espero que as pessoas certas apareçam na vida dela como apareceram na minha, e a tirem desse abismo, que a convenceram, de que quem mais a amou na vida, ocasionou. E por consequência disso, defende com unhas e dentes, de maneira inconsciente e lamentável os opressores que constituíram sua psique.
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