Coragem ao invés de confronto
Poucos entendem o sentido da coragem.
Poucos entendem as engrenagens múltiplas e complexa que condizem alguns, a um caminho duvidoso aos olhos alheios, e, mesmo, sem perecer, esse caminho, embasado por padrões menos imorais, se comparados a média, passa a ser o norte dessa tragetoria nada retinea.
A grande maioria das pessoas, tomadas por sua dores, consequentes de suas próprias histórias, cujas vidas seguem em consequência de escolhas não tomadas, escolhas feitas por quem deveria preservar, e nao usar em benefício próprio. Escolhas essas, que embasaram caráter e personalidade.
Logo, essas consequências dessas escolhas irresponsáveis, afeta a vida de maneira previsível, se baseado em possibilidades cuja psicologia e antropologia estuda e explica.
Ao obter a independência de escolhas, essa pode vir embasada em escolhas conscientes oi inconscientes. E, justamente essas escolhas inconscientes, instintivas, que para serem feitas, as são, motivadas e induzidas por emoções automática, disparadas pelas tais consequências do resultado das escolhas não feitas ao longo da infância.
Comomexo. Vamos tentar denovo.
A criança não pode fazer suas escolhas.
Um "adulto" responsável por ela é quem as faz, normalmente baseado em interesses próprios, não necessariamente em pensamentos com base moral, intelectual e ético.
E pode piorar se a pessoa responsável pelas escolhas, tiver ainda um passado também duvidoso e precário.
E pode piorar ainda mais. Pode estar associada a alguma doutrina nada Ética, e adaptar essa doutrina "normalmente religiosa", para amparar e sustentar a razão de escolhas duvidosas.
Por sua vez, caso a criança não tenha amparo externo, oi caso esse amparo seja parcial, também corrompido, influenciado, a psique infantil, já na transição da adolescência, pode ocasionar ainda mais danos emocionais e extrutaris.
Logo, o adolescente tende a defender com unhas e dentes, pois, ser alertado que, alguém tentaria lhe mostrar um outro lado de uma moeda que, para aquele conjunto, a perspectiva de um, é justamente não expor esse outro lado, já a perspectiva de outro,( o adolescente ), é não questionar se há ou não um outro lado, pois, deduz que nada consta, senão suas próprias crenças unilaterais.
Pena eu não entender isso lá nos meus dezesseis anos. A minha vida inteira teria sido diferente. Pois eu teria bases mais sólidas para minhas próprias escolhas.
Escolhas. É preciso coragem para se aprofundar mas próprias dores, e compreender o conjunto complexo que a vida impõe, ao "seguir e frente", pondeando a unilateralidade. Essa coragem, sequer é consciente que seja necessária.
A autoanalise, sequer é capaz de ter algum sentido, pois, creditar nossa próprias dores e culpas a terceiros, sempre foi a fuga mais fácil, e por consequência, a escolha e comportamento mais covarde a se tomar.
"O pior cego é o que não quer ver".
Essa frase representa bem essa pauta. Pois, motivados pela angústia e o medo do que não conhece, a covardia não é vista como tal, e o embasamento de valores obtidos na infância, será indispensável para essa consciência.
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