Imagem e Existência.


Hoje me deparei com essa sequência de palavras com profundo significado. Imagem e Existência.
Quantas vezes posso listar meus erros ao não perceber que a imagem não condizia com "existência"?
Eu não sei responder essa pergunta, e sei que muita gente também não e capaz. 
Quantas vezes eu vi mas não enxerguei, eu toquei mas não senti, e pensei possuir sem nunca ter tido. Também e incontável o tempo que pensei ser o que nunca fui, ou que pensei conhecer quem nunca conheci.

Creio que poucas pessoas na idade que mais cometi erros seja capaz de filtrar essas coisas. Talvez os que tenha e se permitam serem orientados, talvez os que tenham a cautela que eu nunca tive, ou a habilidade de enxergar quando está olhando.
Erros, não há como numerá-los ao longo de uma vida, mesmo no início dela, já os cometemos tanto que, ao começar a tomar consciência deles, eles já fizeram estragos quase sempre irreparáveis.
As pessoas sim, erram com nós, e nos, sim, também erramos com elas.
A questão é, o erro é deliberado nos tornando hipócritas desprezíveis, ou é por ingenuidade, no caminho de mais uma lição de vida. 
Essa questão é íntima, e poucos seriam capazes de admitir que errou deliberadamente. 
Há os que insistem no erro, por conta de estar cometendo vários deles ao mesmo tempo, e não se permite admitir, aceitar e agir, pois, no ato de fazer novas escolhas, os preços a serem pagos podem ser muito altos.
Aliás, quanto a pagar preços muito altos por manter e insistir num erro, disso entendo muito bem, porém, não significa que eu, hoje, com quase 50 anos esteja livre de cometer novos erros.
Os erros são cruciais para o crescimento pessoal, mas, há alguns, que, precisam ser reconhecidos admitidos e reavaliados. Há erros que vão além de comprar a marca de café errada para economizar dois reais, e beber café ruim ao longo de uma semana, quinzena ou mês. Já erros que podem nos custar anos de nosso trabalho, de nossa dedicação, de nossa vida como um todo, e, é preciso se auto avaliar. Como vou lidar com isso? Com vou sefuir em frente se o erro de muitos anos atrás não te deixa seguir em frente?
Cada um irá avaliar e tomar decisões a partir de suas próprias experiências e patamar conquistado ao longo da vida.
Eu, em especial, cujo ego já havia reprimido, não dou tanta importância a perdas materiais recentes, antes, as dói a lerdas humanas já não tão recentes. As que hoje eu entendo que, olho e já não vejo, vejo mas já não existem.
Não cabe a mim me levantar diante disso, pois, hoje, entendo que, há coisas que trazem consigo algum tipo de maldição, e, se, conseguimos nos livrar de tais agrazos, que levem consigo os valores e as consequências consigo. 
É impossível lrecer com exatidão ao falar em consequência, mas, cabe a cada um avaliar as consequências de seus próprios atos.
Hipocrizia anda de mais dadas com os erros deliberados, e, se os cometemos, e preciso estar apto das consequências.

Não falo em buscar a própria justiça, antes das coisas que a própria vida se encarrega de proporcionar deliberada e imparcialmente como consequências de erros enesxolhas erradas. As vezes somes meras ferramentas da vida e nem percebemos, em outras, alguém próximo a é, e também não percebemos até algo acontecer e nos mesmos vincularmos isso à balança da vida, que, se em desproporção, irá tomar rédeas e tendencionar acontecimentos a favor do equilíbrio.
Não há glória em conquistas desonestas. Simples assim.
A vida a de equilibrar as coisas, cedo ou tarde, e nada há o que qualquer ser humano possa fazer para evitar isso. 
O equilíbrio cedo ou tarde vem, indiferente de nossa vontade ou permissão.
As vezes, o castigo que pensamos viver, e apenas uma grande lição da vida para algo maior posterior. Já, algumas escolhas deliberados, podem ocasionar sentenças irreparáveis, e sei bem do que falo.
Hoje, tento fazer escolhas descentes em relação as que já fiz por influência, e melhores em relação a meus próprios valores, hoje, elevados em relação ela épocas passadas.

Associações duvidosas, jamais volto a fazer, pois, já as fiz com medo de perdas "irreparáveis" e no fim, a perda de deu da pior maneira que minha criatividade fosse capaz de imaginar. 

A grande lição que busco deixar aqui, é, escolhas duvidosas poderão trazer consequências indesejadas ou desequilibradas, portanto  não as faça. Valores sem gloria, são de alguma forma subentendida "amaldiçoados", e trarão consigo o desequilíbrio da balança da vida, que, imparcialmente será de alguma maneira equilibrada outra vez. 
Mesmo que feche os seus olhos para não ver, não deixara de acontecer por que você não quer que aconteça. Esteja sempre pronto para arcar com possíveis consequências de escolhas desequilibradas.

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