A mais tênue paz em pleno campo de batalha.



 A algum tempo decido sair dos meios comuns.

No caminho da minha desconstrução pessoal, aprendi a identificar desde os que não valem apena , aos que são dignos de indiferença e compreensão. 

Hoje, em meio a batalhas sangrentas, diante de todo o horror e o terror que que pessoas fracas e comuns não aguentariam. No início pensei que seria mais difícil, mas estando aqui, não sou capaz de sentir nada além do que já sentia quando cheguei aqui. 

Nada me atinge, nada mais me afeta. Nada sinto por quem quer seja, porém, Sofia jamais entrada nessa afirmativa.

Sofia precisa do tempo dela e talvez algum dia ela tenha a decida coragem de desvendar sua própria verdade, sua própria história. Situações assim, não são baratas. O preço da verdade não é para qualquer um. E preciso coragem, resiliência, imparcialidade, e myita frieza para ver as pessoas que já fizeram parte importante de nossa vida, mentir descaradamente olhando nos nossos olhos. 

Um dia, talvez Sofia cresça, e pela sincronicidade inevitável, ela já de ver o que fizeram com a gente.

Enquanto isso, cá estou, fazendo algo que me sinta útil. Uma causa nobre pela qual lutar sem a corrupção e parcialidade roliça de toda e qualquer organização brasileira. Se aqui eu tombar, não quero resgate. Se alguém sentir minha falta, plante uma árvore, plante um carvalho, e ele será o portal que, mentalmente poderemos nos conectar.

Essa guerra há de acabar em breve. Mas não tenho planos de voltar lara a tera natal. A faculdade da vida daqui, está me ensinando muita coisa que, caso a terra natal venha a ser uma possibilidade, talvez sejam úteis. Pois, inimigos, nada se fala a eles senão onqie deve ser feito, de acordo com o ponto de vista pessoal de cada um. 

Eu nunca estive em fuga, antes, em busca. Mas sempre já os energúmenos que falam do que não sabem e destroem as coisas. Há eles, Há de nós encontrarmos pela última vez na vida...

Hoje, naonesta frio , nem está quente. Está agradável. A comida e rasoavel, o peso nas costas já não é mais tanto, pois, as expedições são breves e por guarda. Ainda assim, a morte senta a nossa mesa, dorme em nossos berços, anda a nosso lado. Olhamos nos olhos dela ontemlo todo, mas, de alguma coisa, ela não me quer.

Pessoas boas morreram, decianfer sido eu.

Pessoas com uma vida pela frente foram mutiladas, devia ter sido eu. E outros tantos tombaram logo atrás de mim, e os projéteis, até zumbem em meus ouvidos, rasgam a minha roupa, raspam e arrancam meu capacete. Meu colete? Ka nem sei quantas marcas, mas são tantas quantas as trincas das minhas costelas. A dor física não compensa em momento algum a agonia e a angustia que sinto pelas injustiças amparadas contra mim.

Ca estou, a olhar nos olhos na morte. Denovo, outra vez, e outra, e ela sorri,e se afasta me olhando só com os cantos dos dos olhos e leva consigo o garoto com metade da minha idade. Não sei entender isso. Não sei compreender o por que disso.

Os malditos matam por matar, por ódio e genocídio. Já, nos, pelo direito de existir , pelo direito a liberdade. Pela sireirobde apenas ser quem se é, sem regras estúpidas ditadas por lunaticos.


Nao tenho nada. Nada mais podem me tirar. Mas eles? Sim  eles tem. 

Não tenho motivos para voltar a terra natal. Lá, tudo é corrompido, sujo, ferido, bem como as pessoas que praticamente o mal deliberado e por mercenariamo pessoal e parcial.

Ao fim, me tornaram um fantasma que ainda existe apenas em registros antigos.

Não há como saber quem sou, nem onde estou , nem o que penso ou deixo de pensar. 

Há de prevalecer a justiça, independente de sentenças parciais e atos hipócritas e deliberadamente errados.

Eu estou de pé.


Eu estou em movimento. E minha causa por aqui já é muito forte .

Já provei minha bravura por apenas sobreviver, estando ao acaso, sem escolha alguma senão seguir em frente.

Eu já provei minha resiliência, seguindo em frente, por não ter escolhas senão essa. 

Eu provei minha confiabilidade por não temer o inimigo e não deixando ninguém para trás. Estivemos todos juntos até o final de cada etapa. 

Hoje, semanas após perder o único que me permitir apego, cansado da marcha diária com 30 quilos nas costas, pude parar, acender um aquecedor a etanol, aquecer a água para um simples café. 

Pude parar por alguns instantes e divagar um pouco. Pensar um pouco, lembrar um pouco, e discernir a pouca probabilidade de haver algo para o que voltar após todas essas batalhas onde nós matamos para garantir que o certo continue sendo prevalente. Hoje, tenho muitos  nomes. Tenho muitas faces, e não sou ninguém. Não tenho nada, não coleciono mais coisa alguma. Apenas acordo, e vivo  que é possível com as escolhas que tenho, tentando acertar mais que errar. Entre rajadas, disparos, morteiros e explosões, ando sem me preocular, pois estou em equilíbrio com a coisa mais importante que pode haver para um ser humano, a consciência limpa, e o ego vencido pela minha própria escolha. 


 

Aqui, não podemos mostrar a cara. Nao temos nome, não temos etnia. Somos o bem contra o mal, e que vença quem atirar melhor, quem se precaver melhor, e quem estiver com seus equipamentos de segurança. Muitos, não usam nada disso. E se timbarem, a ordem e deixar-lisnpara trás. Só buscar os que seguem a regra. Se tombou por negligência, infelizmente não é digno de resgate.

Ainda assim, toda a regra tem excessão. 



E difícil ver a carne de nossa carne tombar mediante as maos da progenitora, e nada acontecer por conta da parcialidade jurídica. Tão difícil é aqui, ver tantos jovens despreparados tombados pelo ódio, defendendo a pátria e direito de ser e existir.

Não devo voltar para minha terra natal  pois, na há nada mais para resgatar. Até tentei, mas não foram minhas as escolhas de me afastar da Sofia. 


A vida é uma roleta russa, e muitas coisas acontecem. Mas não sou um desses hipócritas que associa os acontecentos da vida à questões de discórdia passadas.


A única justiça que prevalece, é aquela que o próprio injustiçado proporcionar. 

Essa é a grande verdade que os covardes tementes não falam. 

Hoje estou aqui. Estou de pé, estou vivendo, respirando o ódio e as consequências dele. Se eu tombar, serei apenas mais um número para as estatísticas.


 Não assineir apólice de seguro alguma. E ninguém saberá se depois de hoje ainda estarei de pé para resolver as pendências que nunca equibraram a balança da vida. Na balança da vida, também contabilizamos os juros compostos, altos, e imortais, como eu pareço ser nesse lugar de tanta morte e destruição. Se algo vier depois daqui, cada hora, cada dia, é mero lucro a ser vivido e acrescentado ao meu próprio livro da vida.



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