lucidez ou a falta dela?

A tempos não exteriorizo coisa alguma que tenha algum peso a qualquer um que possa, sob meus critérios, ter a meta curiosidade em compreender a minha linha de raxuonicio, e a capacidade de discernir o que tento expor. 
Não sei mais compreender a motivação dos netos escravos do sistema. Se é a lucidez perante "seus objetivos", ou a falta dela perante a realidade sequer capazes de perceber. 
A dez anos, dia após dia, só tento seguir em frente. Tento compreender o por que das pessoas serem como são. E quanto mais estudo e reflito sobre teorias e hipotes alheias e pessoais, mais me adentro a paradoxos que nunca se resolvem, pela complexidade individual pessoal e único. Há uma lnha coletiva de comportamento e indução inconsciente a esse comportamento previsível, "esperado", e mesmo infelizes as pessoas não conseguem sequer entender que anulam-se diante de expectativas alheias e sistemáticas. Quanto mais me aprofundo. Mais percebo que  aí me encaixo mais nesses padrões, e consequentemente o próprio sistema se torna excluso, eu não sirvo mais a ele, e ele não me serve mais. Pois estou um pouquinho mais consciente da existência e compreensão de sua complexidade, em relação a grande maioria de escravos e prisioneiros condenados a serví-lo, por consequência de sua própria falta de sequer "interesse" ou consciência de sua existência. 
Sim. É complexo. Uma linha de raciocínio realmente difícil de explorar e discernir. Pois ao mesmo tempo que busco entendimento e libertação, adentro tanto nos benefícios dela, quanto em suas consequências. E difícil delarar-se com certas situações, onde sistematizados tentam argumentar com quem se libertou, e defendem que as grades que os prendem em uma prisão de espelhos, que ao mesmo tempo os deixa cegos, e melhor que o cultivo ao conhecimento imparcial e libertador. 
E difícil aceitar que isso e programado e passado genticamente de geração para geração, e poucos resgatam com o Dna livre desse ciclo inaceitável de estagnação evolutiva. "Eu não sou mais que ninguém". Sim. Eu sou mais que a maioria. Eu me liberei das mais difícil de todas as prisões que encararam a mente coletiva. E ao me separar com essa liberdade, entronem outro paradigma. Um novo conflito pessoal. O que fazer com essaiberdade? Se com ela, veio a "desambição", a valorização da paz de estilo e solitude. O desapego emocional e material. E então, o paradoxo. E agora. Qual o sentido dessa nova vida? Desse novo ponto de vista? Dessa nova maneira de passar a ver a coisas? De ser capaz de perceber a prisão em que as pessoas vivem seis momentos breves de felicidade em seus lixos de dopamina. Você entende o funcionamento, e não vê mais nenhum se tudo, não há o que amar e nem o que odiar. Me cabe respeitar e talvez", agradecer a "evolução", por me elevar a um patamar que não vejo se tudo algum. É como se, o sistema fosse realmente o auge que a humanidade em sua quase totalidade foi capaz de evoluir. E os que não pararam nela, a tornam exclusos. Pois entender e participar, é conflitante perante aos novos e "aprimorados" padrões de visão e compreensão. 
Não preciso de mais dinheiro do que o suficiente para viver. Não preciso de luxúria pois me liberte da necessidade de ostentar. Isso me liberta da necessidade de competir. E ne leva a uma visão dívida do sentido da evolução. Respeito e  aceitação, por necessidade básicas, são diferentes de participar ilucidamente de algo que, instintivamente nunca me coube perfeitamente. 
Me viam como o "bobo", mas era ingenuidade e inocência real. Sempre foi um ser livre, que em sua esxencia já lapidou valores que Lara outros eram meras rochas. Sempre me "usaram", pois os "bobos" precisam ser usados, segundo o sistema corrupto, retrógrado que vivem, defendem com a vida, e pegam uma face, uma persona, oposta a sua própria sombra. Dede sem suas crenças baseadas em hipocrisia, que vivem e participam convenientemente, com parcialidade e até aptidão. O normal social não me serve. E imoral demais para uma sociedade que defende tantos padrões morais baseados em mitos e simbologias personificados e creditadas, porém tratadas com inserção abissal de valores. Ensinam o que não vivem e não cativam, fogem viver e fazer o que foram ensinados e carimbados. Usam suas máscaras. Mas a verdade? A grande maioria sequer tem coragem de se auto abordar, de se questionar, ou a ainda mais difícil auto percepção. 
Se tornam tão moldados que são incapazes de perceber quem são. Pensão ser, mas não são. Se esforçam em demonstrar ser, mas não o são. Sequer conseguem agir naturalmente, fingem, e apedrejam os que entendem, por não terem sequer coragem de se auto compreenderem, por temor de descobrirem que a isso que vivem é melhor que a realidade que desconhecem por temê-la.
Quem é você Lara fale isso?. Com certeza nao sou um limitado, que exibe em uma parede qualquer, um diploma de um curso EAD de quatro semestres de dois anos, que responde questionarios meramente intuitivos aos pertencentes desse sistema retrógrado que insistem inconscientemente em manter, preservar, aperfeiçoar. 
Me orgulho por não ser um "diplomado" pelo sistema que mantém as pessoas em uma constante cadeia ilusória. E mesmo não me declarando com um momento de falta de sentido na vida, por até então, só conhecer esse sistema, ainda assim, essauberdade conquistada me da oportunidade de desbravar uma nova vida, aprimorame  pessoal em base sólida, não mais ilusória, moldada e conduzida. 
Auberdade real tem seu preço. Mas também dias recompensas. Pois bem como o sistema o faz, aiberdade final também. Mas só depois de conseguir compreender as diferenças reais entre uma coisa e outra, e que podemos passar a renoldad nossos paramentos de ética e mocidade. Se torna um caminho sem volta. Pois, e quanto desbrava novas terras, os caminhos abertos ficam para trás,  a vegetação se recompõe, e voltar se tornaria tão difícil quanto seguir em frente nesse novo mundo. Voltar, regredir, não e retroceder. Retroceder para se recompor é diferente de desistir do caminho rumo a realidade. Sistematizar a realidade coletiva e uma maneira controladora das massas. E eu não faço mais parte dela. Me tornei  inguem, qualquer um, um inútil. Mas só ao sistema que me manteve aprisionado entre a porta e sela da fantasia. Hoje, anos após ingressar na escolha de explorar o lado que raros tem coragem, o sentinento de Paz e o maior qie já senti.  Ao é paz por consolo, nem a paz parcial pelo tempo que passou. É a paz por compreender a licitação sistematica humana. Por entender que fiz o meu melhor, sem nunca abrir mão do que julguei ser certo. Aceitei o preço que me impuzeram sem me dar escolhas. Pois entendi a inclcidade moral alheia, a influência que se submetem e se permitem viver. Entendi a limitação intelectual, e as escolhas seguras e impostas alheias. Tudo teve um preço. E também os paguei. E os pago. Me roubaram os maiores valores materiais, a saúde física e mental. Mas né deram com tudo isso, a chave de todas as portas, as incontáveis portas que uma única vida e insuficiente para  abrir-las. Hoje, acordo, abro uma nova porta e a exploro. E guardo em mim às que julgo, embasado em novos padrões serem válidas ou não. Úteis ou não. Se valem ou não meu esforço e o risco de tudo que e mais sagrado para mim hoje. A paz que conquistei por consequência e segue o caminho oposto das massas. Ainda sigonem frente, pois o caminho e infinito. Mas cabe a mim fazer as melhores escolhas, que, são hoje, melhores que já foram em outros tempos. 

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