iL Matto

A alguns dias estive lembrando de críticas recebidas no passado. Lembrando de coisas que aconteceram e o modo que reagi. Avalio meu comportamento hoje , mina situcaone condição emocional hoje. E, fazendo uma profunda reflexão, entendo o que sempre foi claro, mas por falta das devidas orientações e informações, nesse entendimento não me vejo antes. Antes, a conta gotas ao longo de uma vida. 
Sempre fui considerado o rebelde, pois nunca, jamais cedi voluntariamente a qualquer ordem ou indluencia perceptível, de pessoas com moral inferior a minha, oi que sequer tivesse tal. 
Sempre fui considerado louco, pois acreditava na tangibilidade dos meus sonhos, porém não entendia que vivia entre pessoas que cederam e moldarem-se ao sistema, que, sempre foi, antes moldado por padrões éticos morais, e rligiosos, cuja religiões, sempre foram criadas, adaptadas, customizadas, por líderes que visavam antes de mais nada, lucro, controle social e poder. Nunca tivemos o livre arbítrio tão citado nas infinitas versões teofinaceiras existentes e aprimoradas até o dia de hoje.
Ainda hoje, sou chamado assim, considerado assim, pelos deixei pra trás, ou pelos que foram convencidos que deixei. 
Há ainda a categoria dos que, por não ter havido o meu ajoelhamento, diante de suas próprias regras hipócritas e em desacordo com qualquer padrão básico de ética e moral, que se escondem no curto e translúcido véu da hipocrizia teofinaceira. Esses, por sua vez, fizeram sei estrago direcionado e deliberado, de modo planejado e desmedido, sem pensar em consequências. Ignoraram o estrago que suas atitudes gerariam a inocêntes, e mesmo assim, sendo também atingido pela potente artilharia imoral e anti ética coletiva, dos "justos" pois são associados teofinaceiramente falando. Crêem em seis deuses "free stile", e se convencem que são donos da rasão, independente de ética ou moral ou justiça. Se munem de uma razão embasada em seus próprios delírios customizados, para manterem seis arquétipos de vítima perante seu meio social, e obter vá tagesm desleais mediante tal técnica tão astuta. 
Mas, em fim, eu sou o louco, o rebelde, o desertor, o fugitivo. Simplesmente por ter ninmeu Dna a predisposição para que, desde minha infância, instintivamente eu fosse e agisse dentro do mesmo padrão comportamental que mantenho até hoje. 
Percebo a Érica e amoral, sei o que ambas dignifica. Sei onsenridonda da palavra "deliberação" e 'Hipócrita", e o quão anti ética e imoral é se opor comportamento falando, contra o sentido de palavras tão poderosas e tão importantes para o aprimoramento pessoal humano. Mesmo na ignorância, instintivamente, os conflitos internos e pessoais, se manifestavam imediatamente aonmendeparar com situações cuja o sentido dessas palavras entrasse em cheque. 

Sempre decidi, seguir na contra mão das massas, sempre segui seguir a minha própria autenticidade, a minha própria "escolha instintiva", inconscientemente sempre se embasou no sentido quem em mim, mesmo inconsciente, prevalecia. 

Não preciso de deus algum para entender a diferença entre o certo e o errado, e fazer minhas escolhas com base no entendimento de loucas palavras, estando ciente de que qualquer escolha haverá consequências. 
Não preciso ser temente a deuses de invento de humanos maquiavélicos, para seguir o caminho certo, fazer a escolha cera, perante meus padrões, os quais, são constantemente aprimorados e compreendidos. Em fim, eu sou o louco, o rebelde, o maluco, o irresponsável, o desertor, infufitivo. E admito, jamais farei parte de qualquer círculo social tendo como base os comportamentos deliberados que citei. Jamais me passarei por algo ou alguém que não sou. Jamais deixarei de ser uma pessoa autêntica para agrada alguém. Jamais me ajoalherei perante a mentira, em prol de causa alguma. 
Luna causa se torne nobre, justa, edonea, equilibrada, explissita, disponível a quem quem quiser saber, ou então jamais se alinhara com qualquer valor que considero minimamente justo e plausível. 
A quase 11 anos completos, perdi um quarto de toda a razão para querer seguir a vida, e dez meses depois, me tiraram outro quarto, em prol de motivos pessoais de quem onfez, e seu meio social, cuja valores éticos e morais, embasados em princípios teofinaceiros, não condizem com os meus. 
De arquétipo louco, passei então ser o autêntico louco, pois encontraram ali, naquela situação, um modo de, literalmente me descentralizar por completo, e mascarar a verdade com versões paralelas de coisas que nunca aconteceram. 
Mesmo diante do arquétipo pessoal do louco, e agora clinicamente "louco", ainda assim, mantive instintivamente mimha linha de ladrão, mesmo instintivamente quendo estive inconsciente de meus atos, me recusei a me ajoelhar perante a mentira, perante a hipocrizia, perante o sistema implantado para excluir justamente pessoas como eu, os que resistem e não abrem mão de sua genética de sua autenticidade. De seu direito de seguir na escala da evolução, de questionar o que não concorda, e não concordar com o que julga errado, perante ladrões aprimorados em relação a grande maioria, que apenas segue um fluxo, mantendo o sistema corrupto mesmo com seu véu curto e translúcido. Sabem, vêem, comentam, apontam osnerros do sistema, mas mantem-se ajoelhados perante ele, levantando-se de sua posição de submissão, apenas para apontar os que tem coragem de realmente serem autênticos e contestarem os erros perceptíveis em torno de todo o contexto. 

Por fim, se passaram mais de dez anos. E acredito que pessoas "aprimoradas", Essas que não se ajoelham a deus algum, de algum modo são percebidas por algo que não há compreensão legítima. Pessoas tais, são submetidas à testes, à provas, à desafios, que nos apromora ainda mais como seres humanos. Somos algum tipo de experimento social, cuja sincronicidade elege, por motivos difíceis de compreender. Esses desafios, nos motivam, mas só os nobres em essência conseguem, perante tanta dor e sofrimento, seguir o caminho, cuja valores principais sempre foram preservados, indiferente de ser por causa consciente, ou instintiva perante momentos de inconsciência ou falta de lucidez. 
Eu sou o louco, 
E tenho plenndireito de me auto compreender, de me auto avaliar, de me comparar as massas, e me orgulhar de não ter seguido o mesmo caminho

Eu sou o desertor, que partiu por não concordar com valores destorcidos e mentiras deliberada. 

Ei sou o excluído por ser autêntico, e me recusar a jamais me ajoelhar perante qualquer coisa que eu não concorde, orientado por padrões que eu julgo serem superior à grande maioria que seguem ameaçada da vida de joelhos. 

Eu sou o burro que levou golpes e mais goloes financeiros, por não entender que grande parte da humanidade não pensa como eu... Pois são corruptos, corruptíveis, ou meros inconscientes que seguem as influências alheias. 

Por fim, há 25% de minha própria esxencia, que, independente de ser ou não, biologicamente ligada, serão sempre meus 25%. 

A probabilidade dessa criança que cresceu em um ambiente de padrões de ética e moral decadente, se tornar uma pessoaivre, e razoavelmente mínima.
A atenção parental associada à alienação teofinaceira, e pornum sistema de apoio psicossocial duvidoso e influenciado pela máscara da verdade, influência tal pessoa a uma vida adulta totalmente incerta, porém, previsível, cuja avaliaçoes feitas apartir de pesquisas comportamentais, as expectativas não são faciais. 
Eu, busquei e sigo o caminho da auto preservação e auto conhecimento. Continuo seguindo e frente, de pé, jamais de joelhos, buscando aprimorar construtivamente e constantemente meus padrões de ética e moral. Tenho plena consciência de que nao sou uma pessoa perfeita. Porém. Tenho a consciência de que tenho um nivel de aprimoramento humano superior a grande maioria, e falando em grande maioria, isso sequer tem algum valor, perante os "ajoelhados", e assim sendo, me mantenho em meu próprio ecossistema. Escolho quem permito entrar na minha vida. Não construo e não mantenho mais laços afetivos com ninguém que não esteja entre meus escolhidos. Não me importo, e não me permito influenciar pela desaprovação dos ajoelhados, ou seis comentários irracionais, desprovidos de consciência minima. 
Sigo em frente. Mantenho meus " pintchers" totalmente soltos, alinhados ao meu lado, não mais aprisionados, pois hoje sou o único senhor dos meus próprios "pintchers".

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