dez, onze, doze...

dez, onze, doze anos atrás. Para alguns, apenas fingir, usar o favorecimento duvidoso em benefício próprio. Atuar, exercer com maestria a arte do cinismo e da astúcia. Habilidades aprendidas em organizações tão duvidosas quanto às indoles da maioria dos que as adentra e nelas permanece. para outros, algo insuperável, algo imperdoável. E, para quem mais perdeu, uma vida presa a impunidade, e outra roubada em prol do sustento de uma vingança pessoal. Há quem minta até o último dia de sua vida, alegando que, ninguém é digno de julgar o erro alheio. Não se importando com todas as vidas que roubou, ou influenciou de modo destrutivo. Infelizmente, tempo e vida são coisas que não se podem recuperar. São os bens mais valiosos que possuímos. Porém, os maiores criminosos da história, sempre se escondem e ideologias baratas, aliando se por mera conveniência, em organizações tão esxentricas e desleixadas com valores mínimos humanos, como a mera moral, e a honestidade. Organização que acolhe, esconde, e defende pessoas de índole conyestavel, jamais serão dignas do menor respeito de quem consegue avaliar apartir de um ponto imparcial. Ficam os registros que simbolizam esse testo. Vidas roubadas. Tempo importante roubado irresponsavelmente, covardemente. Cabe a mim a aceitação da mera impotência perante um sistema corrupto e manipulado pelos deuses das organizações teocráticas financeiras. Que proporcionam a injustiça, a impunidade, e não se importam em destruir outras vidas em prol da preservação de uma ilusão, sustentada pela falsa imagem manipulada pelos donos do dinheiro, o inço e verdadeiro deus dessas organizações teocraticas financeiras. A vida continua. Mas ciente do que jamais se perdoa, e jamais poderá ser compensado. 

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