hoje, 10 anos que a Sofia aprendeu o primeiro exemplo de equilíbrio. o primeiro dia sem rodinhas em sua bicicleta.
Tempos dificeis, tempestuosos, onde precisávamos nos adaptar dia após dia aos novos desafios do cotidiano. O Guga Já não estava mais com a gente. A dor era intensa. Mas o que sobrara, compensava minimamente a perda.
Logo após, mudanças drásticas ocorreram.tuso mudo. Para ocultar um dos lados da grande história da vida real, o direito mútuo de convivência entre painel filha foi desrespeitado. Até hoje recebo mensagens de números estranhos, com mensagens me alertando para ficar longe da Sofia.
Não sei se algum dia ela conseguira se descincular do emaranhado de mentiras que tornaram sua vida, e buscar por autonomia a verdade, ou alguma forma de compensar onquenlhe tiraram.
Sempre é mais fácil porna culpa em quem não está ali para se defender.
Sempre e mais fácil manipular. Alienar. Violar a saúde mental de uma criança, em prol de vinganças pessoais, ou de uma causa pessoal maior, nesse caso, a ocultação da verdade sobre a morte do Guga.
Conspirem, mintam, sustentem a mentira. Atue, se aprimore sua aposndoa na arte da atuação. Da astúcia, da mentira, e se mantenha no ambiente acolhedor, conveniente, que defendem denum modo ou de outro, nada mais que mentiras visando adore o único deus verdadeiro. O dinheiro, o poder, e a influência. A real Trindade de pessoas que vivem em hipocrizia, em organizações desenvolvidas e aprimoradas com os estudos de ponta no comportamento humano, visando aprisionar. Alienar, associar o máximo possível de pessoas a uma organização financeira, que, hoje, já e uma das maiores do mundo.
E, a verdade, e a família, e as pessoas que "esses seres superiores", prejudicaram de todas as formas tangíveis, apoiados por leis toscas, conveniências legais ou manipulaveis, ou pela pripria Trindade customizada? O ostracismo? A alienação parental, as ameaças de morte para manter a verdade o mais longe possível, oculta para não denigrir a imagem de uma organização obscurecida pelo poder de sua própria trindade.
Hoje , entendi que não adianta mais submeter a riscos, a minha saúde mental. Não adianta desperdiçar energia em situações que vão além de nossa possibilidade de solução.
Retaliação? Não, mas escolhas, manifestos sutis, negação à conncordanca com a injustiça, independente dos riscos legais, cuja leis toscas que além de movimentar uma máquina financeira importante, ainda promove o crime organizado e a vitória da mentira na maioria das vezes.
A "justiça", ou a "injustiça" desse país, mesmo sabendo , ainda assim promove situações onde uma possível justiça alternativa surja, de dentro dos calabouços, depósitos humanos, onde pessoas boas são jogadas e desonrradas a deus dará.
Ignoram o fato de que, mesmo de dentro dos calabouços, e de onde pode vir a justiça maior, vista a associação de pessoas que, mesmo cometendo crimes, ainda mantém sua honra e lealdade a uma justiça alternativa, que, resolve, ao invés de inviabilizar os meios, ignorando os motivos, e culpando sempre o lado errado por protocolos estabelecidos, embasados em leis, feitas por analfabetos palhaços, e influenciadores de sunculturas de construtivas, involutivas, que denigrem e involuem a humanidade pela qual deviam zelar.
Hoje, um desabafo. Poucos são capazes de compreender e discernir a profundidade e a mensagem que tento expressar.
O importante, é que, hoje, mesmo morando na rua, e assumindo o perfil de mais um mero indigente, consigo administrar minhas questões pessoais como nunca até então.
Faço minhas escolhas conscientes. Estou ciente de que só por falar a verdade, enfrento a perseguição. Mas, o fato de me sentir pleno, é suficiente para o momento. Não podem me tirar o que não tenho.
Abri mão das ambições, dos sonhos que já foram importantes, até mesmo do tangível. Pois hoje compreendo a diferença entre patrimônio, e valor. Compreensão que poucos são capazes de obter e discernir.
Escolho a solitude, mas com ela, a plenitude. E vivo um dia apos o outro. Sem martírio sobre ontem, e sem espectativas sobre o amanhã. Assim, muitas coisas, que não maioria, ruins. Desnecessárias, inúteis, que não tenham importância ou relevancia alguma. Acontecem.
Opto pelo meu próprio aprimoramento. Aprendi a empatia, mas escolho me proteger dela em minha própria Solitude.
As vezes até me permito divagar. Mas, há coisas, que, são fontes tão intensas de dopamina, que podemos aprender a obter durante uma simples meditação, que entendemos a desnecessariedade de conquistas tolas, cuja maioria as faz por mera ostentação. Quanto maior a busca por "coisas paupabeos", hoje entendo, que, maior pode ser a obscuridão na qual essas pessoas vivem.
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