posição social e o dono do cofrinho maior

E incrível o modo com que a s pessoas não são capazes de perceberem seus lugares na cadeia social.
Há sim, pessoas culturalmente preparadas, e entendem O funcionamento do contexto social, já, outros, seguem as ondas sociais, fazendo uso de seu direito pessoal de meramente sonhar, existir, e pertencer a exterotipos siciais, cuja interesses sejam paralelos aos meus. . 

Não sendo possível compreender a situação social, ou sócio cultural pessoal, a pessoa será simplesmente incapaz de lidar com a realidade nada confortante, visto, que, auto mentiras, e pseudo auto compreensão, e pseudo auto situação, são mais confortáveis e mais fácil de administrar. 

Seguir a vida simples e sem propósito, em constante auto sabotamento, e perpetuamente arrastando consigo todos a sua volta, indiferente de terem ou não pontos de vista diferenciados sobre determinada ocasião ou situação, seria um comportamento padrão humano aceitável? 

Basta olhar ao próprio entorno. Se a realidade está sequer, minimamente dentro dos padrões mínimo de espectativa, talvez, o caminho seguido, não esteja contextualizado em escolhas coerentes. 

Aliás, o que motiva o ser humano em suas escolhas e decisões? Visto que o ser humano é facilmente influenciado por instintos e emoçõe? 

Se não estiver consciente, que suas escolhas são baseadas em emoções, antes de baseado em razão, a vulnerabilidade se torna extrema. 

Tento entender. Por que é tão difícil pessoas sem nenhuma ambição, assiciarem-se a outras, e manter um relacionamento onde conflitos constantes, serão sempre motivados por diferenças de visão sociais ? 

No momento em que conflitos surgem, por questão de diferentes pontos de visão, referentes a padrões éticos e morais, e esplicito perceber, a quem esteja melhor preparado, que a auto sabotagem se dá, por diversos outros motivos também. 

Os envolvidos, sequer percebem estarem em um desacordo, onde, um, não é capacitdo a elevar-se ao nível de resolução imparcial do problema, já o outro, não compreende, a incapacidade, a limitação alheia, e a falta total de sequer desejar tornar-se um pouco mais sensato, para então, estar mais capacitado para tal argumentações, rumo a uma solução mais equilibrada e sustentável? 

Aliás, sensatez só é possível a partir de um momento, em que auto conscientização própria e  atingida. 

Já fui assim, dentro de meus próprios paramentos, mas, na espextativas de um dia ser "grande", precisei, antes, despertar, entender, discernir, que a vida, não é para os fracos, e intelectualmente preguiçosos e desinteressados. 
Hoje, se tornou cultural burlar a ética, indiferente ao assunto a que ela possa se referir. .
Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira. Mas como lidar, com quem sequer é capaz de perceber isso? 

Mentir para si mesmo, talvez seja a porta alternativa de fuga da realidade, muitas vezes, considerada erroneamente, como uma opção a seguir. 
Um caminho mais confortável? Talvez, para os incapazes e menos preparados lara entender, que toda escolha tas consigo uma consequência. 

 Batemos de frente com a realidade, mas a ignoramos, e criar convicções próprias,  e maneiras criativas, utópicas, para seguir administrando esse turbilhão de necessidade de  superaçoes pessoais, que, por consequência, nada mais se obtém como resultado, desse insistente comportamento   inconsciente,que a mera o e inevitável frustração
Pessoal, social, intelectual e financeiro. 


Frustrados então, nos tornamos cada vez mais omissos. Cada vez mais cegos em nossa própria ignorância, ainda confortável perante a realidade, e ter que admitir-Los. Sequer somos capazes de compreender, que esse círculo vicioso, nos leva a caminhos dificultoso, e não conseguimos entender o sentido dessa causa e efeito. 

Viver uma vida de frustração, consequente de ignorância deliberada, atualmente, é meramente cultural. 
Já, deparar-se com a dolorosa verdade, e situar-se de sua realidade social, sua posição aproximada nessa cadeia social, consequente de limitações intelectuais. 
A grande maioria das pessoas sequer sabe que precisa de consciência mínima para dar início a uma mudança inicial mínima, para mudar a auto reidade. Quem o entende, é segue como uma nova linha comportamental, persevera que é possível 
atingir patamares mais próximos do sucesso, apenas com uma mudança de padrões de valores, e comportamento.

Perpetuar a importância no que não é inportante, é um caminho sem volta, cuja preço, será inevitavelmente alto a pagar, e mesmo não tendo escolha, as pessoas que optam por seguir essa linha incoerente e inconsciente, se recusam a pagar o preço, posicionando-se, por incapacidade de auto percepção, em uma posição constante de vítima.

Todos perdemos o controle muitas vezes na vida. Mas a diferença está, em compreender nossa imperfeição e despreparo mediante a sociedade e seus pecúlios. 
A capacidade plena de ao menos se situar, para então, pensar em alternativas e o modo a lidar e administrar situações com infinitos contesto e níveis de relevância, não é algo a se conquistar a curto prazo, antes, ao longo de toda uma vida.

Hoje, início um conflito baseado em incoerência ética, perante meus parâmetros, porém, não estou capacitado a perceber que, me permito ser influenciado por minha própria ignorância e limitações cognitivas, proveniente de uma educação padronizada, sistemamariza.

Nao consigo separar meus valores ddbdesvalorea pessoais. Não consigo limitar o pessoal, com o pessoal. O profissional com o informal. O relevante, do irrelevante. 

Como seguir em frente, estando ciente de que precisa tomar decisões par quebrar tal paradigma?

O que preciso pontuar, pautar, ordenar por ordem de inportancia e relevância? 
O que preciso para admitir para mim mesmo, que me torno hipócrita ao esperar dos outros, os mesmos valores que eu tenho a lhes oferecer?
 Ou que minha maneiras de perceber meu entorno é lidar com ele, são diferenciados das percepções alheias?

Como pautar com pessoas pertencentes ao sistema hipócrita, que indiferente deu lidar com a hipocrisia em menor ou maior escala, ela sempre estará encrustda na cultura nacional?
Onde está o sentido em eu abrir mão de ter que lidar com pessoas cuja comportamento é ova entre tantas outras coia, hipocrisia e atos Anti éticos, e depois me associar a outras pessoas, que fazem a mesma coisa, porém em uma situação mais confortável a minha percepção.?.
Onde Fica a evolução e a dignidade nessa trajetória?
Optar pela oportunidade de lidar com o dono do cofrinho maior, por que a habilidade dele, em manipular a auto percepção perante o olhar alheio , é suoerior, pode passar a ser visto como uma alternativa mais viável? 

Ao meu ver, apenas muda o nível da hipocrisia, a dimensão dela, pois, por que seria diferente, lidar com pessoas hipócritas, desprovidos de valores financeiros, em relação a pessoas iguais, porém, com valores financeiros superiores? Sendo que, o principal valor, que seria moral, é ético, e o mesmo? 







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