Uma visão atualizada sobre a Sofia
A vejo como uma adolescente que sente uma necessidade extrema de ser notada, chamar a atenção, E se permitir ser influenciada, acaba sendo tambe uma consequência disso, pois é forçada a se submeter a um meio fechado de relacionamento social extremamente doutrinado, de um lado, e exposta a mais amola hipocrisia de outro.
Me preocupa e me incomoda, que esteja tendo, que ser assim, e como a falta de parâmetros e aprendizado coerente e pela própria vivência, para ela poder avaliar o quanto ela está presa a isso, aliás, consequências de escolhas que não a permitiram opinar, não me permitiram participar, e bem sabemos a que caminhos isso irá a levar.
Acredito que, assim como fui, em minha história paralela a dela, que ela deva sentir uma revolta muito grande, e um ódio, por conta de tudo que passa e passou, pois não acredito que ela tenha uma vida tranquila e confortável. Visto que a mãe dela opta por fugir da realidade e da coerência por meios fantasiosos, e ainda influência na vida de outras pessoas, acarretando consequências incompreendidas, por pura falta de vontade de lidar com fatos reais. Oi comportamento que mantida por aqui, creio que esteja viendo apenas de pensões, creio que não deva ter conseguido prosperar, visto o caminho ambíguo que segue, um, visando agradar a sociedade, agravando-se a uma comunidade fechada, retrossessiva, que busca estagnar ao máximo a evolução humana, usando de doutrinas, desenvolvidas e aprimoradas com base em muitos estudos sobre a coletividade humana e suas tendências, e assim por diante. Não há muito a se esperar de quem vive em um mundo fantasioso, e torna isso a coisa mais importante da vida, ou seja, viver uma fantasia, se torna mais importante do que fazer o que e certo, e nada posso fazer quanto a isso, e também não de me interesse saber. Já pelo outro caminho, como era aqui, lá, seria muito mais fácil viver essa paralela, ter suas a venturas e buscar satisfação física a qualquer preço, na tentativa de preencher um corpo desalmado por conta da ignorância, e da cadeia mental a qual se aprisionou. E, perante a sociedade, manter um ato, um papel, onde protagonizar uma história adaptada, mas diferente da verdade , precisa ser mantida a qualquer preço, mesmo que isso custa a saúde mental da Sofia.
Cada um e responsável por seus atos, por suas escolhas, e na tem como fugir disso, mesmo que cabe um buraco para fechar outro, sempre haverá um buraco aberto, e cair dentro dele, e questão de mero tempo.
Hoje consigo lidar melhor com o coerente, e suas relatividade, não radicalizando mais em relação a nada, que eu consiga me perceber. Tambem não permito mais que isso me influencie, portanto, se resolver algo, está distante do meu alcance, então seria desperdício e desvalor próprio, preocupar-se com o intangível e insolussionavel.
A Sofia, não teve a ajuda coerente que eu tive, nesses últimos anos, e pelo contrário, deduzo que pelo caminho da alienação, parental e doutrinadora, ela seja induzida a conduzir a culpa das dores dela, a mim, assim como todo esse ódio, que, inconscientemente, a mãe dela conduziu a mim, co dando de mim dividas emocionais que não eram minhas. Isso, também a conduza a um caminho difícil de prever, mas que pode custar muito estrago emocional a todos a sua volta, ao menos, aos que priorizam a moralidade, o coerente, e faça entre as auto escolhas, o certo, não por medo de uma castigo fantasioso, mas sim, por compreender que o certo, precisa ser a única opção, simplesmente por ser o certo a se fazer.
Vejo que ela foi e continua sendo usada como mera ferramenta de vingança contra mim, visto que a mãe dela, também conduziu a mim, culpas que não eram minhas, e depois se perdeu entre essas emoções, e a tentativa de encobrir os erros que cometeu. E, me desmoralizar, ajuda a sustentar a história dela, e manter a Sofia longe de mim, independentes dos estragos emocionais que essas escolhas causam nela. Ela também demonstra se apossar de benefícios pessoais, egocêntricos, que custará caro a Sofia, pois a mim, também me custou.
Percebi ela aprendendo valores surreais, induzida a sensações destrutivas, por pessoas que deviam zelar pelo melhor para ela, a tes de a destruir, unicamente para me atingir. Fora os desvalores, e estagnação evolutiva, ou seja, uma vítima da hipocrisia e maldade dos que a educam.
Fotos em redes sociais, para quem aprendeu a decifrar, de um simples olhar sem o brilho nos olhos, a um sorriso forçado, já entende a possível realidade totalmente diferente da que tenta ostentar.
Eu tento hoje, me manter neutro nessa questão. Pois não está a me alcance resolver de modo coerente, até por que, o grande estrago já foi feito, e pagar esse preço, hoje, cabe a própria Sofia. Pagar minha pensão, sempre com um toque pessoal, com a intensão de manifestar meu desacordo, minha não concordância com o modo desequilibrado que eles, decidam usar, para resolver, decidir sobre vidas reais, pensando antes em si, do que nós estragos mentais que agir de tal modo poderiam causar dentro da psique da Sofia. Esse ódio que percebo que ela alimenta, alimentam nela, no final, será o combustível que poderá, ou partir em busca da verdade, ou rumo a um caminho incerto, duvidoso, autodestrutivo.
Talvez eu esteja errado, mas, um dia, acredito, que, nivas portas possam ser abertas para que ela,.por conta própria, busque a verdade, e esse ódio todo, seja compreendido, como consequência de um caminho que ela seguiu, orientada por quem teve maldade, antes de assumir a responsabilidade de a educar dentro de parâmetros reais, coerentes, e aceitáveis. Desse modo, esse possível ódio, que sei que ela carrega, mesmo que inconscientemente, também será o combustível que a moverá em busca dessa verdade, que distorceram para ela, e a prejudicaram de todas as formas.
Valor, a ela , está sendo ensinado que, só o é, se for material, em prol do próprio ego, ou que possa obter lucro de algum modo. Ela me odiando, alimenta seu ego, hoje, mas lá na frente, se ela optar por despertar desse pesadelo que transformaram a vida dela, tel ex desabe, e precise de desfazer, assim como precisei desfazer a mim, e reaprender paramentos úteis, coerentes, construtivos, e colher os frutos, consequentes de um novo comportamento, consequente da auto compreensão e auto aceitação. Ela está aprendendo que extorquir, é algo normal e aceitavel, pois o mundo é injusto com ela, e ela passa a ter essa direito. É claro, a hipocrisia, nunca a permitirá admitir isso, mas, se conseguir olhar alguma vez, pelas frestas de sua cadeia mental, e perceber que a vida, e diferente da fantasia que lhe impõem, talvez ela reaja, e busque as respostas que hoje ela não tem.
Visto que só entra em contato com minha mãe para pedir dinheiro, em troca, pouco minutos de conversa, vigiada, sem ao menos poder falar a verdade sobre o que sente.
Ou alienada a demonstrar rebeldia, por não conseguir extorquir, pois no momento em que não há equilíbrio em uma relação, fazer uso de técnicas imorais para subtrair dinheiro alheio, e algo aceitável e cultural para pessoas como as do meio em que ela vive. Desenvolvimento? Não. Sequer sabem o significado grandioso e sagrado vinculado a essa palavra, antes optam por vier uma vida em torno de uma palavra que agrega ambiguidade, dinheiro e poder, o real sentido da palavra jeová.
Dentro dos ensinamentos doutrinários, aos quais ela é imposta, ela aprende que, todos somos pessoas condenadas a morte, excluídas por esse ser mítico, customizado aos próprios interesses, que não haverá qualquer tipo de punição por parte desse ser personificado a partir de interesses desumanos. jeova deles, não não os punirá, caso eles façam o que quiserem com os não dignos do reino desse dels.
Isso e uma utopia, usada como base educacional, estrutural de uma mente inconsciente, que ao entrar em conflito pessoal, sempre que se sentir motivada a pensar com lógica e imparcialidade, será advertida com o sobrenatural irracional.
Ela já tem 15 anos. Tem acesso a internet, e todo tipo informação que eu não tive. Teoricamente, deveria ser mas fácil pra ela reagir positivamente em prol da auto libertação e coerência. Mas essas doutrinas, aprisionadoras mentais, e o estimulo a permanecer nesse modo hipócrita e conduzido, por medo inposto e implantado, acaba por influenciar a permanência a essa inconsciência e realidade sistólica. Pessoas de índole adversa, duvidosa, e contestável, dizem a ela como deve seguir sua vida
Se ela tivesse liberdade ao menos para ser quem é, ela já teria vindo pra cá. Mas há uma manipulação psicológica pesada sobre ela, de todas as pessoas de seu meio de convivência, onde me mantém como um vilão, um apostata, e a fazem acreditar que se ela me tiver com uma visão positiva, ela será morta pelo suposto dels do dinheiro e poder.
É claro, minha história teve um caminho diferente, em fim, cada um tem a sua própria trajetória uma jornada própria, que só o auto conhecimento e a busca pela verdade sobre si mesmo, será o único mapa coerente e confiável a se seguir. Mas entendo o quanto o meio social a nossa volta, nos influência, e se não mantiver esse padrão, e entender o significado e o preço, e a recompensa por se libertar disso, a prisão é a única coisa à qual pertencerá. Outra vez eu pauto, acredito plenamente que esse ódio que ela conduzida a sentir por mim, será o mesmo combustível que a fará motivar a buscar a verdade, caso consiga despertar e se desprender do mundo encenado em que vive. E quando entende o quanto sua vida foi negativamente influenciada, eu espero ainda estar aqui, para recebê-la, e a ajudar a superar tudo isso. Mas, infelizmente, tudo são hipóteses. E perante isso, muitas coisas podem ser diferentes, visto que a vida, mesmo que as vezes, supostamente previsível, é em absoluto, imprevisível.
Hoje entendo que só somos capazes de fazer escolhas coerentes, sendo literalmente coerentes. E pra chegarmos a esse patamar, precisamos pagar um preço muito alto, e esse preço, não necessariamente foi estipulado por nós, mas sim, pelas pessoas responsáveis por nossa estrutura psicológica, que ,no meu caso, foi totalmente falha, e no caso da Sofia, também o é .
A tempos atrás, eu não tinha uma posição coerente para lidar com essa situação, caso ela viesse. E, talvez, até cooperaria com a ruína pessoal dela, por talvez, não conseguir ser imparcial suficientemente, perante ela, na hora de orientar, me justificar, ou mesmo tentar a ajudar a entender a real causa da realidade dela até então.
Hoje, acho que esse caminho, ela precisa iniciar sozinha. E se ele a conduzir até mim, então tento fazer o meu melhor. Com o máximo de cuidado, coerência, visando o melhor para ela. Pois indiferente a genética, ela e sempre será minha filha. E cabe a mim, que tive ajuda sem esperar nada em troca, a ajudar da mesma forma, ou a qualquer pessoa que precise de ajuda, e esteja disposta a pagar o preço pela consciência.
Espero estar no melhor caminho possível, bem como, estar sendo o mais coerente e imparcial possível.
Essa e minha escolha, minha intensão, e se estiver em um caminho errado, espero perceber a tempo de corrigir.
Tempo. As vezes o desperdiçamos em demasia, por pura inconsciência, agimos com maldade, ganância, arrogância, ignorância, medo, e somos incapazes de nos permitir, nos vermos por outros ângulos, de outros pontos de vista, Pois o medo de não sermos os seres perfeitos que pensamos ser, nos afasta severamente do caminho da coerência, que nos leva a maior de todas as riquezas. A auto compreensão, a auto aceitação, a auto admissão, e então, se permitir, por admitir, que nossos paramentos não condizem com aquilo que acreditávamos condizer.
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