prévias do início ao fim...do amor ao ódio..
Hoje vou abordar parte da minha história com Danielle Cristine Moraes Clemente, viajando no passado lá para os primeiros anos de relacionamento e cuncubinato. Em janeiro de 2020 voltamos de Curitiba numa situação muito delicada, visto que ambos estávamos desempregados. Minha mãe alugou numa casa num bairro distante do centro, denominado FAzenda Pirajá. Era na época um bairro pequeno em plena expanção, e a Danielle vinda de uma cidade com cerca de um milhão de habitantes inclúindo as cidades satélites da grande Londrina, logo estranhou muito essa mudança de ares....tudo era diferente, desde as pessoas eo comportamento, até o clima a própria situação financeira precária. Mesmo assim, ela batalhou duro, conseguiu um trabalho primeiro que eu, e em seguida consegui com ajuda da minha mãe e do meu ex sogro, comprar uma máquina de malharia por seis mil reais na época. Minha mãe,se comprometeu a comprar a malha que eu produzisse, e assim, me garantia as parelas do finaciamento, porém, naquele ano, o inverno não foi intenso e ela não vendeu nada....e adivinha, ela me devolveu toda a malha..não pude honrar minhas cntas de cheques predatados e boletos de compra de fio, nem mesmo as parcelas da máquina conseguia pagar direito, pois havia aluguel, água, luz, telefone, alimentação...em fim todas as despesas...Já a parte da contribução por parte do meu ex sogro, Paulo Dias Clemente, foi do seguinte modo. Paulo sempre teve umperfil de extelionatário, ladrão, e até antão eu não sabia disso, e muito menos que ele abusava das filhas sexualmente desde a infância. PAulo havia vendido um terreno com uma casa nos anos 80, porém, o sujeito que comprara, não havia feito a transferência de escritura, e adivinha só, ele vendeu novamente a casa, alegando para os compradores, que as pessoas que estavam residindo lá, eram seus inquilinos. Ele pegou a entrada a negociação, e sumiu....adivinha pra onde? sim, veio pra dentro da minha casa. Eu sempre percebi que Danielle se sentia muito incomodada com a presença do pai, que além de ser muito autoritário, ainda bebia e fumava a nível de dependência química. Paulo deu na época, dois mil reais para cada um dos quatro filhos, dinheiro provindo daquele golpe, e com a parte da Danielle, demos a entrada nessa máquina de tecer, a qual, futuramente, perdeu a utilidade e o valor, e foi praticamente descartada a preço de ferro a quilo.
PAulo depois de algum tempo, conseguiu um trabalho de pedreiro, mas chegava em casa e bebia muito, se tornara além de um fardo, uma pessoa extremamente inconveniente...Ele não tinha noção alguma de ética, respeito pelo próximo, e sequer moral, porém, se intitulava absolutamente digno de nos orientar a prosperar na vida, sendo que ele, nada mais representava que um ícone do fracasso humano. Paulo logo passou a causar discórdias, so visava obter lucros indiscriminados a custas da minha mãe, nos incentivava a estorquí-la de todas as formas...Nós sabíamos que aquilo não era certo, e sempre entrávamos em atrito com ele por não fazer o que ele queria que fizéssemos. Paulo ficou por aqui por cerca de um ano, até se sentir seguro para voltar ao Paraná, pois havia sido jurado de morte pelas vítimas do golpe dado por ele. Logo, ao voltar pra lá, ele viu que ainda não era seguro, e percebendo o clima pesado que estava surgindo ente eu e a Danielle, ele decidiu seguir para MInas Gerais onde morava outro irmão dele. Deixou para nós algumas dívidas, entre elas alguns cheques em meu nome que ele usara não sei até hoje para quê, e uma conta de 400 reais na época, que correspondia a quase um mês do meu salário, dinheiro que ele deveria ter pago por um retrato feito a pelas mãos de um dos maiores pintores do Brasil, o senhor Celestino, aqui da minha cidade. Ele foi embora, e levou o retrato da amante, casada,com a qual ele mantinha um relacionamento de anos, e a qual ele extorquia frequentemente e segundo dizia Danielle, até uma moto ela financiou pra ele, e tudo com o consentimento da mãe de Danielle. Nosso casamento passou por dificuldades financeiras extremas ali, estávamos a pé, pois meu carro havia ficado em Curitiba por não ter como trazê-lo, mais pra frente depois de várias situações consegui vender e esse dinheiro nos deixou respirar um pouco. Comprei uma moto enrolada e isso ajudou muito na nossa qualidade de vida. Logo em seguida consegui um trabalho digno em caxias, e me deslocava com essa moto pra lá todos os dias..e lá fiquei por muito vários meses. Por conta da interferência de Paulo Dias Clemente, o pai de Danielle Cristine Moraes Clemente, estávamos em clima tenso com minha mãe, que sempre foi a pessoa que mais nos ajudou, porém do jeito dela, que nunca foi nada afetiva ou delicada. Danielle estranhava muito esse jeito introvertido das pesoas daqui, porém, logo nos envolvemos com pessoas das Testemunhas de Jeová, a partir do momento que aceitamos iniciar um estudo bíblico com eles...Mal sabia eu que essa seria a sentença de morte para nosso casamento lá no futuro. Eu Danielle sempre nos demos bem, porém, meu passado era de uma história pesada e nunca escondi isso dela, pois eu precisava ser aceito da maneira não muito afetiva e spressiva que eu era, porém, ela não foi honesta e não contou toda a sua história. Danielle sempre foi deprimida, introvertida, sempre angustiada, um tanto grosseira. Ela era instintivamente defensiva e não deixava as pessoas se aproximarem. EU não era muito diferente, talvez por isso, tenhamos ficado juntos, vinculados e envolvidos por histórias de vida difíceis.
Depois de alguns meses indo e vindo diariamente a Caxias, consegui que Danielle trabalhasse na mesma malharia que eu, e passamos a ir juntos todos os dias. Eu adorava aquela vida, eu adorava estar com ela, eu a amava como jamais havia podido imaginar ser possível. Sonhava um futuro ao lado dela, sonhava ser grande um dia junto dela, ter nossa casa, nossa vida , em fim, um sonho surreal de todo mundo que não tem a menor noção de realidade. Logo, conseguimos uma casa em caxias, e tinhamos uma vida digna, mas alí, iniciaram os primeiros sintomas de que algo não estava certo. Eu sempre fui muito depressivo, e nunca havia tratado e sequer sido diagnosticado, e Danielle, com ela, não seria diferente. Em seguida, ela deixou de fazer as tarefas básicas do lar, antes tão caprichosa, tudo era limpo e organizado...Nossa casa era um lar, mas agora, já nem tanto, e pra piorar, o pai dela resolve voltar.
Nessa altura dos acontecimentos, eu voltei a me relacionar com minha tia Irene, a qual, foi um ícone importante no meu passado turbulento, por ter sido a pessoa responsável pelas maiores atrocidades emocionais da minha vida. Irene tinha uma amiga de nome Cleusa Maria Reck, a qual, viúva de um policial rodoviário falecido recebia além de sua própria aposentadoria, a pensão dele, e ainda tinha uma casa perto do campus da UCS em caxias e alugava diversos apartamentos para estudantes, o que lhe gerava uma renda significativa, e adivinha, Paulo logo soube e fez de Cleusa MAria Reck sua próxima vítima. Ele se aproximou, e em algumas semanas estava morando com ela na casa dela. A convenceu a comprar um caminhão para ele, o qual, alguns meses depois, acabou batento, e inviabilizando o conserto do mesmo. Paulo havia alienado a casa de Cleusa Maria para a compre desse caminhão, um valor entorno de 120 mil reais lá em 2015, 2016 não sei ao certo. PAulo vendeu o que sobrou do caminhão, pegando um voyage 85 como parte do pagamento, e fugiu, voltou para Londrina e em seguida foi para Minas morar com outra mulher com a qual ele já vinha se relacionando, e com a qual, até onde sei, vive até hoje, por puro interece, pois ela também tem algum respaldo financeiro e mal vê a hora de passar a perna nela. Cleusa arcou sozinha com a dívida a qual levou mais de oito anos para pagar. Paulo, como o covarde e sem caráter que é, a abandonou depois de a estorquir, depois de fazêl-a ter sentimentos sólidos e puros por ela. Verdadeiro canalha...indigno da menor consideração. Cleusa ainda havia pago para ele a troca de categoria de carteira nacional de habilitaçao, e graças a essa ajuda, posteriormente conseguiu entrar no tão difícil ramo de motoristas de carreta em uma empresa bem remunerada. Naquela época, Paulo exercia uma indução muito grande sobre nós, pois ele tem essa habilidade nata de manipular as pessoas, e induzí-las a suas vontades. E conosco não era diferente. Ele nos induziu a decisões erradas afim de tirar vantagem de situações, e depois iso se tornou um separador de águas no nosso relacionamento. Acabamos indo morar numa chácara no interior de caxias, longe da cidade, longe do nosso trabalho, o que inviabilizava nosso deslocamento diário. O custo de deslocamento se tornou tão grande, e em seguida perdi meu emprego. Isso fui uma tragédia financeira e convivencional na época, pois vivíamos com as pessoas, parentes próximas da dona Cleusa MAria Reck, a mesma que havia sido roubada pelo pai de Danielle, e eles passaram a nos pressionar a sairmos da casa. Logo não bastasse, DAnielle se envolveu afetiva e sexualmente com um vizinho, Ricardo Escopel já citado em postagens mais antigas, e dalí em diante, nossa vida passou a ruir, e a se tornar um inferno na terra. Paulo em certo dia, em uma de nossas idas e vindas, me deixou claro, que se eu deixasse Danielle por outra mulher, ou a ferisse física ou emocionalmente, ele me mataria. EU sempre tive além de aversão natural, umseto medo dele, visto que sempre andava armado, sempre contava as histórias de roubos, homicídios, furtos e deixava claro que não tinha medo de ninguém, que sabia muito bem matar uma pessoa sem deixar evidências que o incriminasse. Eu e Danielle nos distanciamos muito a partir do momento que fomos morar naquela chácara. Eu desconfiava do envolvimento dela com Ricardo, porém só tive certeza mais a frente, quando ficou gravida da Sofia após nossa última ida a casa de Ricardo....Havia um espaço de tempo no mínimo dois meses antes e depois dessa visita entre nossa última relação sexual. Eu sabia desde o início que Sofia não era minha filha, mesmo assim, com medo dos meus monstros, eu não tomei a devida atitude na época, e mais a frente, isso me custou o maior de todos os preços que alguém pode pagar na vida. Nessa época, Daniele e eu entramos em conflito, pois ficou explícito o que ela havia feito, e eu nas poucas vezes que toquei no assunto, fui alvejado com acusações, ameaças, e em fim, eu não tinha nenhum amparo caso saísse daquele casamento naufragado. Eu sentia um misto de amor e ódio, adoração e aversão, era difícil definir o que eu sentia por Danielle apartir daquele momento, e acabei me afastando definitivamente da seita maldita que frequentávamos na época. Danielle, para me contrariar, continuava exercendo sua hipocrisia de vida dupla e frequentando a igreja, pois lá, as pessoas a amparavam emocionalmente, e aos poucos personificou lá minha imagem como sendo de um monstro opositor e com muitos toques de fanatismo...Já era muito visível que Danielle estava alterada, tomada por algum transtorno que ia além de uma simples depressão. Ela já não cuidava das obrigações mínimas da casa, não ajudava em nada. Tinamos constantes altos e baixos financeiros o que influenciava diretamente nossa situação conjugal. DIversas foram as vezes que ela trouxe a irmã mais nova dela para morar conosco, pessoa totalmente desrespeitosa, mal educada, sem princípio algum, sem a menor base emocional, estrutural e educacional. Pessoa mesquinha, apoiava a irmã em suas idas e vindas em relacionamentos paralelos nos quais ela tirava vantagem financeira. E tudo isso se intitulando membro da seita madita intitulada Torre de Vigia. As duas em casa, não dobravam mais sequer um dedo em prol da organização doméstica. A casa deixou de ser um lar e passou a ser um chiqueiro ao qual submetia as crianças e já as influenciava, sem perceber ou com total desleixo, a construção do caráter e personalidade delas. Infelizmente, o final dessa história foi trágica...custou a vida de uma criança inocente, a qual agonizou por cerca de quatro minutos nas mãos da própria mãe até desfalecer e perder a consciência, vítima de um afogamento. Mais tarde Danielle me contou com detalhes como fez, mas não pude provar perante a justiça e ela seguiu a vida com todos os privilégios que a lei maria da Penha proporcionou a ela..
Abaixo, algumas fotos do que se tornou nosso lar a partir de 2008, até o dia que ela fugiu daqui, depois de ter me contado com detalhes o modo cruel que assassinou o próprio filho.
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